quarta-feira, 31 de março de 2010

10.000 horas para se ser bom

Se quiser ser bom seja no que for, terá de despender muita energia para o ser: 10.000 horas, que correspondem a perto de 3 anos e quase 2 meses, ao ritmo médio de 8 horas de trabalho/dia.

Daniel Coyle, autor do livro, The Talent Code: Greatness Isn’t Born. It’s Grow. Here’s How, explica este processo com a teoria do amor. «Amor acontece quando se olha para alguém e se pensa: “Isto é o que eu quero ser”.»
«Siga o amor, rodeie-se de mentores e modelos. Pense no que representam para si. Vá em frente, falhe e insista, vezes e vezes sem conta. Amor e paixão têm de ser sustentados no tempo. Dá trabalho e é um propósito de longo prazo. É assim que se processa o progresso.»

O talento é algo que se aprende e desenvolve. O nosso cérebro funciona a partir da falha e da tentativa contínua até se aperfeiçoar. Os neurotransmissores vão aperfeiçoando o seu circuito à medida que repetimos e insistimos... até nos tornarmos experts no tal mínimo das 10.000 horas.