segunda-feira, 28 de junho de 2010

You're not a tree, you can do remarkable things

Jim Rohn was an extraordinary man who inspired many people during his life. I had the privilege of find out his work last December when I bought Success magazine for the first time.
We need Jim Rohn words, especially in this times of crisis, that make people more negative. By the way, speaking in crisis, what can you do in these times of scarcity? Here is some Rohn words:

«When it comes to meeting and conquering the negativity in your life, here is a key question: what can you do, starting today, that will make a difference? What can you do during economic chaos? What can you do when everything has gone wrong? What can you do when you've run out of money, when you don't feel well and it's all gone sour? What can you do?

Let me give you the broad answer first. You can do the most remarkable things, no matter what happens. People can do incredible things, unbelievable things, despite the most impossible or disastrous circumstances.

Here is why humans can do remarkable things: because they are remarkable. Humans are different than any other creation. When a dog starts with weeds, he winds up with weeds. And the reason is because he's a dog. But that's not true with human beings. Humans can turn weeds into gardens.

Humans can turn nothing into something, pennies into fortune, and disaster into success. And the reason they can do such remarkable things is because they are remarkable. Try reaching down inside of yourself; you'll come up with some more of those remarkable human gifts. They're there, waiting to be discovered and employed.

With those gifts, you can change anything for yourself that you wish to change. And I challenge you to do that because you can change. If you don't like how something is going for you, change it. If something isn't enough, change it. If something doesn't suit you, change it. If something doesn't please you, change it. You don't ever have to be the same after today. If you don't like your present address, change it—you're not a tree!

If there is one thing to get excited about, it's your ability to make yourself do the necessary things, to get a desired result, to turn the negative into success. That's true excitement.»

Amazing words of encouragement, full of true. We have to take charge of our life, we can do so many things. Simply choose what you do better, what you want to do, to meet, to know, to run... Decide and go ahead

Como reagem as pessoas que viajam na auto-estrada do fracasso?

É interessante poder aferir como as pessoas reagem quando estão estancadas nos erros, aquilo a que Maxwell chama de auto-estrada do fracasso:

EXPLODIR: A irritação é muito comum, que se exterioriza com gritos, frustração, reacção exagerada, muitas vezes descarregada em si próprios ou em quem os rodeia.
ENCOBRIR: Esconder o erro. Lembram-se de Nicholas Leeson, que em 1995 levou o banco Barings à falência por simplesmente ter escondido os sucessivos erros que ia cometendo?
ACELERAR: Trabalhar mais depressa e sem pensar, lavrando no mesmo erro ou forçando a situação com algo incompatível. É bom tentar e tentar de novo, mas é melhor tentar, depois parar, e só depois tentar de novo.
FAZER MARCHA-ATRÁS: É o ciclo vicioso da justificação, da escusa, sem assumir a responsabilidade.
Por fim, DESISTIR: Se falhei a primeira, a segunda, bom, é melhor desistir. E desistem antes de alcançar o sucesso. John Maxwell dá um exemplo intitulado «Autobiografia em Cinco Pequenos Capítulos»:

«Capítulo 1 - Vou a descer a rua. Há um buraco enorme no passeio. Caio no buraco. Sinto-me perdida. Sinto-me indefesa. A culpa não é minha. Levo uma eternidade para encontrar a saída.
Capítulo 2 - Vou a descer a rua. Há um buraco enorme no passeio. Finjo que não o vejo. Caio outra vez no buraco. Não posso acreditar que estou no mesmo lugar, mas a culpa não é minha. Levo imenso tempo para sair de lá.
Capítulo 3 - Vou a descer a mesma rua. Há um buraco enorme no passeio. Eu vejo o buraco, mas, mesmo assim, caio no buraco. É um hábito. Os meus olhos estão abertos. Sei onde estou. A culpa é minha. Saio imediatamente.
Capítulo 4 - Vou a descer a mesma rua. Há um buraco enorme no passeio. Eu contorno o buraco.
Capítulo 5 - Vou a descer outra rua.

A única forma de chegar ao nível sucessivamente acima é assumir a responsabilidade. No excuses for our actions.

sábado, 26 de junho de 2010

A auto-estrada do fracasso

John Maxwell again. O medo gera fracasso e o medo permanente gera fracasso permanente. No entanto, quem permanece nessa auto-estrada pensa que a culpa não é dela. São como aqueles condutores que escreveram este tipo de explicações na participação de acidentes em que estiveram envolvidos:

- «Um carro apareceu não sei de onde, bateu no meu e fugiu do local»
- «Quando cheguei ao cruzamento apareceu uma vedação e perdi visibilidade»
- «A causa indirecta deste acidente foi um tipo baixote num carro pequeno e de língua comprida»
- «Para evitar bater no pára-choques do carro da frente, fui contra o peão»
- «Eu só estava a acompanhar a velocidade dos carros que vinham atrás de mim»

Quem viaja na auto-estrada do fracasso comete erros, mas recusa-se a admiti-los. As pessoas vêem qualquer obstáculo ou erro como sendo culpa de outrem. E como reagem? Veremos no próximo post.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Who is easily manipulated?

Here you are a great vision about who is easily manipulated. Seth Godin, an expert in marketing, expanded the idea in his blog, that I transcribe below:

«Sometimes (and too often) marketers work to manipulate people. I define manipulation as working to spread an idea or generate an action that is not in a person's long-term best interest.

The easiest people to manipulate are those that don't demand a lot of information, are open to messages from authority figures and are willing to make decisions on a hunch, particularly if there's a promise of short-term gains.
If you want to focus on the short run and sell something, get a vote or gather a mob, the easiest place to start is with populations that leave themselves open to manipulation.

There are habits and activities that leave people open to manipulation. Here are a few categories of behaviors that manipulators seek out:
1 - Believing something because you heard someone say it on a news show on cable TV.
2 - Being a child (or acting like one).
3 - Buying penny stocks.
4 - Repeating a mantra heard from a figurehead or leader of a tribe without considering whether it's true.
5 - Trying to find a short cut to lose weight, make money or achieve some other long-term goal.
6 - Ignoring the scientific method and embracing unexamined traditional methods instead.
7 - Focusing on (and believing) easily gamed bestseller lists or crowds.
8 - Inability to tolerate fear and uncertainty.
9 - Focus on now at the expense of the long term.
10 - Allowing the clothes of the messenger (a uniform, a suit and tie, a hat) to influence your perception of the information he delivers (add gender, fame, age and race to this too).
11 - Reliance on repetition and frequency to decide what's true.
12 - Desire to stick with previously made decisions because cognitive dissonance is strong.
13 - Inability to ignore sunk costs.
14 - Problem saying 'no' in social situations.
15 - Interesting to note that AM radio used to be filled with ads for second mortgages. And now? Gold.

How do you permit being manipulated?

Manipulating people using modern techniques is astonishingly easy (if the marketer has few morals). You only make it easier when you permit people and organizations that want to take advantage of you to do so by allowing them to use your good nature and your natural instincts against you.»

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Improve your communication skills



For those who want to improve communication skills, speaking in public and learn how to colect information to make a speach. Valuable details that can help you to be better in your work.

sábado, 19 de junho de 2010

Quando o medo do fracasso entra em ciclo

No seu livro, Failing Forward (O Lado Positivo do Fracasso), John Maxwell descreve o que acontece quando alguém é incapaz de aultrapassar o medo do fracasso e fica preso no ciclo do medo.
Assim, «experiências anteriores levam a que a pessoa desenvolva o medo do fracasso, o que dá início ao ciclo. Por exemplo, uma determinada pessoa experimentou o fracasso ainda em criança, ao tentar vender doces e guloseimas de porta em porta para angariar dinheiro para a escola.» E a partir daí entrou no ciclo:

Medo - Inacção - Inexperiência - Incapacidade = Ciclo do medo

E Maxwell continua: «Mais tarde, já adulta, essa pessoa pode ser confrontada com uma situação que se assemelha à anterior, e o medo bate-lhe à porta. Seja essa pessoa um vendedor que precisa de visitar clientes, ou um pastor com a missão de visitar os congregados no seu lar, esse velho fracasso da infância poderá gerar medo. O medo da rejeição gera inacção. Uma vez que a pessoa não age, não ganha experiência nessa situação específica - o que representa a chave para aprender a ultrapassar obstáculos futuros. A falta de experiência gera incapacidade para lidar com situações semelhantes. Em última análise, isso irá alimentar e aumentar o medo. Quanto mais tempo o medo permanecer incontrolado, mais arduamente essa pessoa terá de trabalhar para quebrar o ciclo.»

Bom, e qual a receita para vencer esta incapacidade, esta inacção? Ainda de acordo com Maxwell, «sempre que se trate de ultrapassar o sofrimento emocional do fracasso, o facto de a sua história pessoal ser boa ou má não importa absolutamente nada. A única coisa que realmente importa é enfrentar o medo e seguir em frente. Faça isso e estará a dar a si próprio a oportunidade de aprender a avançar...»

Uma forma simples de compreender as nossas «impossibilidades»...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Afinal, para que servem as empresas?

Miguel Pina e Cunha, professor da Universidade Nova de Lisboa, escreve no «Jornal de Negócios» um artigo, citando Jeffrey Pfeffer, professor da Universidade de Stanford, sobre o papel real das empresas na vida das pessoas...

Qual a utilidade das empresas? Bom, elas dão dinheiro aos seus proprietários e pugnam por dar lucros aos seus accionistas. Porém, a par, grande parte delas assumem também responsabilidades ecológicas, que até é bom para a imagem. Mas o problema principal nunca foi assumido. Onde está a responsabilidade social? As empresas existem porque há pessoas, e para as pessoas. Hoje é muito visível e chocante a prioridade na contenção de custos. Onde recai?... Nas pessoas.

E escreve Pina e Cunha: «...Algumas empresas, pois, podem ser poluidoras sociais. E é tão ilegítimo poluir o ambiente como a sociedade.» O que quer dizer despedimentos em grande escala, terrorismo psicológico que leva ao suicídio e, na melhor das hipóteses, ao desenvolvimento de doenças do foro psicológico. Veja-se por exemplo quanto gastam os Serviços de Saúde com a depressão, a ansiedade, doenças coronárias, fobias, o stresse, o esgotamento, etc.
E continua Pina e Cunha: «Desde logo, a empresa polui quando os gestores assumem que o seu único dever enquanto profissionais é o de aproveitar oportunidades de mercado e criar valor para o accionista (...) Em segundo lugar, a empresa polui quando as suas decisões estritamente económicas desconsideram outras dimensões. Por exemplo, a deslocalização de uma unidade produtiva pode ser necessária e inevitável, mas contém custos sociais que não devem ser desconsiderados.»

E que responsabilidade têm as empresas e os seus gestores e accionistas nos suicídios na France Telecom e há pouco na China, num fenómeno chamado de sweatshop. Trabalha-se 12 horas, sem condições, sem folgas, com salários abaixo do simbólico... Afinal, não são tratados como pessoas, mas sim como... recursos... humanos.

Pina e Cunha lembra que a era desta nobre expressão, Recursos Humanos, está a terminar, convidando a uma experiência: «Refira-se a alguém trocando "pessoa" por "recurso humano": "Chefe, está aqui um recurso humano a pedir para falar consigo".»

Os ventos de mudança avançam, as vítimas parecem crescer às mãos dos predadores económicos e financeiros e as pessoas enterrogam-se: Afinal, para que servem as empresas?

segunda-feira, 14 de junho de 2010

People who glow and people who don't

In her book, «Glow», Lynda Gratton explains the differences between people who glow and people who don't. How they describe their experiences in work places that ignite energy. Here you are some examples:

People who were in places that helped them to glow:

«I knew I was glowing because people could see how involved and excited I was»

«I had inherited a really dreary job, but I managed to turn it around and make it into something that made me pleased to wake up in morning»

«I am proud that my colleagues and I crafted a task that sparked energy in lots of people and drew people toward it»

«I feel really inspired by what I am doing - and I know that people can see my inspiration»

People who were in places that didn't help them to glow

«I felt content but incredibly bored»

«Sometimes I found myself almost asleep at my desk. I struggled to get through the day»

«I never really got the point of what I was doing. I couldn't make a connection between myself and my work»

«It was one of those places where you never dared question anything. The most important thing was to keep your head down»

The places, colleagues and circumstances are very important to ignite our energy, ideas, fealings, visions and future perspectives. But our responsability is to find a place, a job, and people that inspires us to find the way.
As Lynda writes: «Clearly, if you want to glow, you have to find something in your daily work that excites and intrigues you and has the possibility of sparking the energy of others.»