segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Mais uma lição pública do como fazer

O estilo de liderança que mais aprecia “é o participativo, descentralizador e meritocrático” e que, embora a gestão tenha de ser compreendida por todos, deve ser “rigorosa e profissional e que não é um chavão. Na verdade é um padrão"
O semanário «Expresso» publica este fim-de-semana a notícia de que «António Horta Osório vai liderar o maior banco britânico», o Lloyds, que ganhou 1.36 mil milhões de euros só com a nomeação de Osório. E continua: «Horta Osório escolheu liderar o maior banco inglês. Para isso abandona uma carreira de 18 anos no Santander que o deveria levar ao topo do grupo espanhol.» Osório foi ganhar menos, mas aceitou o desafio.
Porque é Osório tão requisitado e reconhecido? Fernando Adão da Fonseca, ex-professor, de Osório na Universidade Católica, caracteriza-o:
«Acho que se diverte a fazer as coisas bem. Quer ser o melhor e é assim também no desporto. No ténis, no mergulho, procura fazer sempre melhor. Ambicioso, destacava-se por ter opinião própria e espírito crítico. Nunca decorava as matérias, raciocinava sobre elas.» E é assim que com 46 anos chega ao topo.
No mesmo jornal são descritas as palavras de Osório «numa carta que escreveu a um jovem gestor na revista “Exame”».

«Horta Osório assume que o estilo de liderança que mais aprecia “é o participativo, descentralizador e meritocrático” e que, embora a gestão tenha de ser compreendida por todos, deve ser “rigorosa e profissional e que não é um chavão. Na verdade é um padrão"As equipas que escolhe são multidisciplinares, pessoas muito diferentes que se complementam e cooperam. Com isso consegue alcançar bons resultados.
Que mais dizer depois disto?