sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Seguir em frente com a mudança, em 3 passos


«Não se pode gerir a mudança, só se pode seguir em frente com ela», Peter Drucker

A mudança já lá está. Sempre. Antes já lá estava. Querer geri-la é pura ilusão, pois a única coisa que pode gerir é a forma como se adapta, como se reinventa e a que velocidade. Portanto:

1 - Reflicta sobre a sua experiência de vida e de trabalho. Avalie e enumere o que sabe fazer e em que áreas. O que já aprendeu em termos de habilidades e competências. E o capital que adquiriu no relacionamento com outras pessoas e empresas. Dê-se a conhecer utilizando todo esse capital com critério.

2 - Publique, mostre-se, anuncie-se, comprometa-se. Construa um blogue, crie uma página de Facebook, de Twitter, mas faça-o de forma a seguir os seus interesses, não reduzindo estas páginas a banalidades e interacções do quotidiano comum. Através destes suportes, divulgue-se.

3 - O que pode fazer de original? Algum produto? Oferecer algum serviço? O que pode vender? Se não sabe o quê, pelo menos equacione essa situação. A causa-efeito não é uma lei imediata e infalível, mas produz os seus resultados em si, na medida em que contribui para o seu desenvolvimento, e pode surtir efeito na realidade exterior.

Anote, empreenda e actue. Passe à acção, faça algo. Lembre-se pensar, decidir, tentar, debater ou comentar não é fazer.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Preparar a mudança, em 3 passos


A mudança já lá está. Não tem de inventá-la, pois ela já existe. Bom, preparar-se, treinar e estar atento/a são requisitos básicos de sobrevivência. Uma regra de vida.
Preparar não é mais do que uma questão de prevenção. Sabendo que há coisas que não estão sob o seu controlo, será sensato adoptar alguns comportamentos que possam minimizar impactes.

1 - Providenciar um pé-de-meia. Uma reserva financeira que lhe dê para viver, pelo menos, seis meses.

2 - Poder ajustar os custos fixos a um nível gerível. Imagine que, de um momento para o outro, tem de reduzir despesas. Deve estar em condições de o fazer no imediato. Se tiver muitos créditos, a tarefa é complexa e demorada. De outro modo, outras actividades são reduzíveis no momento, como, por exemplo, a mensalidade do ginásio, o aluguer da garagem, jantar fora, passeios de automóvel. Se tem casa própria adquirida por empréstimo, é bom que tenha alternativas, como alargar o prazo.

3 - Estudar. Sobretudo, invista em formação. Em diversas áreas do seu interesse, tendo em conta o que poderá acrescentar de valor para o mercado de trabalho. Lembre-se que o mercado de trabalho são as pessoas. Você deve acrescentar valor ao mercado. Leve o seu valor, não a sua necessidade.

São três passos simples de seguir e que podem fazer a diferença no momento-chave, minimizando o impacte do stress que é uma brusca viragem na vida.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lidar com a mudança constante, em 3 passos

«À pergunta "preferia trabalhar para a mudança ou apenas queixar-se?", 81% dos inquiridos responderam, "Tenho mesmo de escolher? Isto é difícil ."

Esqueça o «As pessoas têm de mudar» ou «As organizações têm de estar preparadas para a mudança». É cliché, é o pronto-a-dizer.

Bom, a mudança já lá está. Já existe. Você não tem de inventar nada. Os tempos são outros. A tecnologia, a abertura das fronteiras e a deslocação rápida de capitais são três factores essenciais que levam à brutal aceleração dos acontecimentos. Portanto, o primeiro ponto é tomar consciência disso e aceitar esta realidade. Está fora do seu controlo, tire daí o sentido.

O segundo ponto é abrir-se ao desafio e passar à acção. Não lamente. Faça algo. E fazer algo não é pensar, não é tentar, não é decidir, não é debater. Fazer é acção. Siga a sua intuição e actue em conformidade com ela e com a envolvente. Não resista, não negue. Siga o princípio do provérbio índio: «Quando o vento é forte, a árvore tem de se dobrar, senão é arrancada pelas raízes.»

O terceiro e último ponto é ter sempre, no mínimo, três projectos. Mantenha 3 objectivos a rolar ao mesmo tempo. Se por acaso um falhar tem sempre os outros dois. Se um falhar, substitua-o logo por outro. Se tiver só um projecto, um objectivo, e se por alguma razão circunstancial ele não puder ser atingido, vai ficar com a sensação de vazio e um sentimento de perda muito grande.

Em resumo: Compreender e aceitar; Passar à acção; Três projectos em agenda

sábado, 10 de dezembro de 2011

Go to other planet with what?


Hope. Finally, we have a new planet to go to. Soon, some human beings will be able to travel to other planet and start from scratch. At least, this is the main idea. And all this because this planet, our earth, is unbearable, impossible. It's difficult to live here. We've done many things wrong, we destroyed much of the best things the planet had. And, worse than that, we are not able to solve that.

But, what do we have to take to the new planet? Is there something new? Notice, in the new planet, there's nothing. What means we'll be as architects of a new way of life. And this is here I have a question. What kind of things do we have now to put in that far distant new planet?
I guess much of that we cultivated here, on earth. What we've built, what we've learn, what we've thought, our knowledge, our soul.

No doubt this idea of a new planet, even for a few people, seems attractive. Romantic. A new world, with less imperfections than ours. Finally, we've learn everything and we're going to build a new type of life, a perfect society. wow. Awesome.

And this is here I have another question. Can we leave here most of our DNA? Our greed, our envy, our hunger of power, our excessive ambition, our hunger of money. Can we really don't pack this kind of luggage in order to start again?