quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lidar com a mudança constante, em 3 passos

«À pergunta "preferia trabalhar para a mudança ou apenas queixar-se?", 81% dos inquiridos responderam, "Tenho mesmo de escolher? Isto é difícil ."

Esqueça o «As pessoas têm de mudar» ou «As organizações têm de estar preparadas para a mudança». É cliché, é o pronto-a-dizer.

Bom, a mudança já lá está. Já existe. Você não tem de inventar nada. Os tempos são outros. A tecnologia, a abertura das fronteiras e a deslocação rápida de capitais são três factores essenciais que levam à brutal aceleração dos acontecimentos. Portanto, o primeiro ponto é tomar consciência disso e aceitar esta realidade. Está fora do seu controlo, tire daí o sentido.

O segundo ponto é abrir-se ao desafio e passar à acção. Não lamente. Faça algo. E fazer algo não é pensar, não é tentar, não é decidir, não é debater. Fazer é acção. Siga a sua intuição e actue em conformidade com ela e com a envolvente. Não resista, não negue. Siga o princípio do provérbio índio: «Quando o vento é forte, a árvore tem de se dobrar, senão é arrancada pelas raízes.»

O terceiro e último ponto é ter sempre, no mínimo, três projectos. Mantenha 3 objectivos a rolar ao mesmo tempo. Se por acaso um falhar tem sempre os outros dois. Se um falhar, substitua-o logo por outro. Se tiver só um projecto, um objectivo, e se por alguma razão circunstancial ele não puder ser atingido, vai ficar com a sensação de vazio e um sentimento de perda muito grande.

Em resumo: Compreender e aceitar; Passar à acção; Três projectos em agenda