sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

The three WHYS



First why is Why Not? Second is Why Not You? Third, Why Not Now?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A satisfação é respeito e auto-estima

Ainda a satisfação no trabalho. Pois bem, se em vez de observar, optar por perguntar, uma grande maioria de pessoas vão enumerar um sem-número de situações tóxicas no seu local de trabalho e recordarão possivelmente alguns momentos de satisfação ocasionais por que passaram.

Que significado a retirar? Representa a própria relação que cada um tem com ele próprio. Na medida em que damos valor a nós próprios, ao nosso tempo e à nossa vida, não nos devemos permitir trabalhar num estado de stress e de toxicidade organizacional. A satisfação de cada momento torna-se tanto mais importante quanto nos valorizamos. Uma prioridade.

O primeiro passo para o desenvolvimento da qualidade do nosso trabalho em termos de satisfação é ficar mais consciente, não ignorando como nos sentimos a trabalhar. Costumamos ignorar o nosso estado na medida em que não nos apercebemos o quanto a satisfação pode contribuir para a excelência.

A satisfação com que trabalhamos é um dos parâmetros
do respeito que temos por nós, pelo nosso tempo e pela nossa vida

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O fim do lado puritano do trabalho

«Arranje um trabalho de que gosta e nunca
mais terá de trabalhar mais na vida.»
Confúcio


Por aqui neste mundo ainda se considera que tudo o que é trabalho tem de ser uma coisa muito séria e não é para agradar. É para se fazer. É uma luta. Repare nas pessoas à sua volta de manhã, nos transportes, na rua, e verá que a maioria leva consigo uma expressão pesada, de «funeral». Vão para o trabalho.

Há duas tradições históricas por detrás desta ideia decrépita:

- A tradição puritana, a variação protestante desenvolvida nos finais do século XVI em Inglaterra: O trabalho é coisa séria e não é ser um gozo. A vida é dura e deve ser levada com frugalidade, disciplina, rigor e muito trabalho árduo. Só assim é possível alcançar a salvação.

- A tradição feudalista: Cuja noção é que as pessoas que trabalham pertencem ao empregador. Os empregadores, ou melhor, os senhores feudais disponibilizavam aos trabalhadores os meios de sobrevivência.

Estas duas tradições impregnaram ainda a era industrial, mas agora, em plena era tecnológica, tradições como estas não resistem. No estertor, dão os últimos sinais da sua condição austera recorrendo à velha fórmula: o MEDO.
O formato comando-e-controlo puritanista e feudalista está a ser substituído por sistemas que permitem um grande nível de participação e decisão. É sabido que cada vez mais são as pessoas que controlam a produtividade e o valor das suas empresas e não podem ficar afastadas da equação. As pessoas já não trabalham só para sobreviver, mas sim para atingir um propósito e um significado.

A satisfação no trabalho vai passar
a ser uma CONSEQUÊNCIA em vez de uma DÁDIVA divina

domingo, 22 de janeiro de 2012

III - O Cérebro Visual - «O que quero na minha vida?»

O cérebro visual, também chamado de neocórtex, que comporta já os hemisférios (esquerdo e direito), é único e tipicamente humano. O seu funcionamento básico é produzir imagens internas. Não é possível pensar no futuro ou no passado sem produzir imagens, sons ou sensações.

Quando reagimos ao medo, produzimos uma imagem da situação e da sua consequência e passamos o tempo a falar da forma como evitar os cenários que criamos e desenvolvemos. Quando fazemos isso, uma grande parte da energia do nosso cérebro é usada a processar o medo.

Ora se fizer imagens do que quer evitar ou não quer de todo é talvez a forma mais eficaz de se impedir de atingir os seus objectivos. E o que acontece quando constrói imagens do que quer atrair? O que é que acontece quando faz perguntas que comprometem e envolvem os seu cérebro visual positivo?

O que quero para a minha vida?

As perguntas comprometem o seu cérebro visual

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

II - O Cérebro de Mamífero - «Estás comigo?»


O cérebro de mamífero é definido como o emocional, social ou límbico e reflecte os diversos sentimentos: Ira, alegria, angústia, temor, surpresa, etc.
Os mamíferos adoram comunicar, sendo a forma que têm para assegurar um lugar no grupo. O problema é que comunicação sem um compromisso claro para produzir resultados assume apenas duas formas: a de Queixa ou a de Mexerico.
- A Queixa e a Acusação é falar sobre o que não funciona sem um compromisso pessoal para o resolver.
- O Mexerico é falar negativamente sobre alguém sem um compromisso pessoal para o apoiar.

Talk – contract = gossip (mexerico)

No campo organizacional, a Queixa e o Mexerico aniquilam a perspectiva de mudança. Grande parte das pessoas hoje não está empenhada nem comprometida com o trabalho nem com a própria vida. Vivendo o dia-a-dia descomprometido/a, apenas gastando energia para evitar a dor ou as consequências negativas não conduz ao desenvolvimento da organização. Assim, como posso comprometer-me ou comprometer a minha equipa?

>> Visualizando o futuro para onde nos queremos dirigir <<

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A excelência de um grupo empresarial

O autor deste blogue escreveu à empresa Jerónimo Martins no intuito de manifestar o seu apoio e estima pelo exemplo que constitui na área de gestão. E recebeu com agrado uma resposta da Comissão de Ética com os seguintes esclarecimentos:

«A Jerónimo Martins é uma sociedade portuguesa, com sede em Portugal, cujas origens remontam ao final do século XVIII. Esta sociedade lidera um Grupo económico composto por várias empresas, a maior das quais, em Portugal, é o Pingo Doce.

A Jerónimo Martins está cotada na Bolsa de Valores de Lisboa desde 1989, sendo as suas acções detidas por milhares de accionistas, nacionais e internacionais, tanto empresas como pessoas singulares. De entre estes accionistas que detêm a Jerónimo Martins, o maior é a Sociedade Francisco Manuel dos Santos, com 56,136% do seu capital social.

Este accionista comunicou no dia 2 deJaneiro à Jerónimo Martins ter vendido as suas acções a uma sociedade com sede na Holanda, facto de que a Jerónimo Martins informou, no mesmo dia, o mercado, respeitando as suas obrigações legais.
A decisão tomada por este seu accionista é totalmente alheia à Jerónimo Martins, relativamente à qual nada mudou, pois:

1. Continuaa ser uma sociedade portuguesa, com sede em Portugal, com milhares de accionistas, nacionais e internacionais, empresas e pessoas singulares;

2. Todasas companhias por si participadas ou detidas que operavam em Portugal continuama operar em Portugal e a ter aqui a sua sede, designadamente o Pingo Doce.

Os impostos devidos pelas empresas do Grupo Jerónimo Martins que operam em Portugal, resultantes dos lucros gerados pela actividade no nosso país, continuam a ser pagos exclusivamenteem Portugal, o mesmo sucedendo com a própria Jerónimo Martins.
Nem a Jerónimo Martins nem as empresas por si participadas, designadamente o Pingo Doce, retiram qualquer vantagem, fiscal ou outra, da decisão tomada pelo seu accionista Sociedade Francisco Manuel dos Santos.

Do que fica dito resulta que, ao contrário do que algumas notícias e comentários poderão ter dado a entender, induzindo em erro muitas pessoas, a Jerónimo Martins não teve qualquer interferência neste caso e muito menos tomou qualquer decisão susceptível de prejudicar Portugal e os portugueses em geral, e os seus clientes e mais de 27 mil colaboradores portugueses, em particular.

Não vê, assim, esta Comissão de Ética que, por Jerónimo Martins ou qualquer das suas empresas, tenha sido praticado qualquer acto merecedor de censura por ser contrário aos valores e princípios éticos que as norteiam.
Esperamos ter conseguido contribuir para um melhor esclarecimento do que nesta situação está verdadeiramente em causa e, por essa via, que a Jerónimo Martins e as suas empresas participadas possam continuar a merecer o seu respeito.

Com renovados agradecimentos pela sua mensagem, aceite os nossos melhores cumprimentos,
A Comissão de Ética»

Renovo aqui publicamente o meu humilde apoio a um grupo empresarial que muito respeito e admiração me merece.

domingo, 15 de janeiro de 2012

I - O Cérebro Reptiliano - «ataque ou fuga»


No mundo do trabalho, grande parte das organizações em Portugal acredita que as pessoas são motivadas pelo medo das consequências, pela punição. Parece ser de grande eficácia, pois assegura reacções imediatas e uma aparência de ordem e disciplina.
Problema... Uma organização com uma cultura baseada neste método tem os dias contados no nosso tempo.

O medo e a punição activam o que há de mais primário em nós: o cérebro reptiliano, dicotómico, chamado de «fight or flight» (ataque ou fuga). Desenvolvido durante milhões de anos, ele continua a dominar a nossa mente quando pressente o perigo e age em nome da sobrevivência. É brusco e agressivo, move-se pelo medo de consequências negativas, é rápido e sobrepõe-se ao cérebro mamífero e ao visual, que também possuímos e que se desenvolveram posteriormente.

A consequência da activação de comportamentos de sobrevivência provocados pelo medo é que leva à baixa produtividade no médio prazo, ausência de criatividade e de inovação. Uma organização que adopte tal formato para instigar os seus colaboradores à produtividade acaba por entrar num ciclo vicioso fatal que a conduzirá a uma morte lenta e subtil.

Colaboradores stressados, são propensos ao absentismo, ao desapego, ao «só faço o que me mandam», entregues a ideias de incerteza, ansiedade e insegurança.

Como se diz em inglês, «no stick = no action; to much stick = no passion»

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Lead your inner game and be successful



It's all about you and your ability to succeed. All you have to do is be aware of your inner voice, your self 1. Notice she's very selfcritical, very judgemental about some of you are doing in a certain moment. And then you become stressful, you disbelieve your capabilities and even more judgemental about your self.

This inner voice is a part of you and because of that it can be led by you. On the other hand, there is Self 2, your real nature, perfect, able, a remarkable machine, your body. The challenge is simply let Self 2 act and slow down your Self 1.
Timoty Gallwey developed this theory after his huge experience as a tennis coach and found out that our inner voice is something that have to be tamed in all life areas: sports, private life and work life.

Be sure of your ability to control your emotions, your results and your possibilities

domingo, 8 de janeiro de 2012

The fear effect


Fear has a huge effect in our body. Most people don’t know what happens when they allow certain emotions to take place. Fear is an example of how badly we can treat us.
When fear rises, there is a stimulation of neural circuitry, starting in the amygdale and emanating with dominant activity in the right versus the left prefrontal cortex. Complicated? Not so much, I think. Read the rest and know your body better.

At the same time, Sympathetic Nervous System is activated, creating a set of neural endocrine processes that stimulate negative or defensive emotions. Is simply the result of perceiving the environment more threatening or making a hostile vision of the future.
After that, people with fear, instead of moving forward, toward a desired future or condition, they moves away from and protects himself/herself from threatening aspects of the present or the future. This also has a enormous impact on defensive behaviors when facing adaptation.

As you see, it’s easy to get how you can be stuck, in a moment, without energy, ideas, motivation and creativity. But don’t worry too much for now…
There’s a solution, anyway, to solve this. With your will and activating your parasympathetic nervous system, the responsible for mind regulation. With hope, setting goals for your life, and making real and constructive projects to your future your health will increase, your fears go away, as anxiety, depression or high stress levels.

That's why is so important to have hope and written goals

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O conceito de território empresarial


Uma das coisas que marca a nossa vida empresarial é a marcação de território. É como que um gene que remonta aos primórdios da nossa vida na natureza e que podemos testemunhar ainda nos documentários sobre a vida na selva.

Os espaços empresariais tornam-se assim muitas vezes em episódios da vida selvagem humana. Uma dos primeiros detalhes que é logo definido é definir quem manda, sendo que todo o espaço à sua volta funciona como símbolo à envolvente. Desde o tamanho do gabinete à secretária, da cadeira às gavetas. E assim ficam definidas as barreiras comunicacionais que marcam a vida da empresa, muitas vezes condenada à irrelevância no tempo.

E como funciona? Um ex-colega de trabalho e grande amigo dava-me há dias os pilares que havia aprendido sobre conceito de território empresarial aliado aos materiais que tinha de encomendar para empresas que representara:

Director – Secretária de 1,80 m, dois blocos de gavetas com rodas, cadeira de pele com braços e encosto de cabeça.

Chefe de Divisão – Secretária de 1,60 m, cadeira de napa ou imitação de pele, costas altas mas sem encosto de cabeça. Mantém os braços da cadeira e blocos de gavetas com rodas.

Chefe de Secção – Secretária de 1,40 m, cadeira sem costas altas, mas mantém braços, dois blocos de gavetas fixos.

Funcionários – Secretária de 1,20 m, cadeira sem braços, costas normais, um bloco de gavetas fixo.

Pode não querer dizer nada, mas pode querer dizer muito. Barreiras comunicacionais. Hierarquia definida. Deferência. Subalternidade. Arrogância. O que tem isto a ver com business? Pouco. Gestão é gerir pessoas, motivação, resultados, desempenho, disse-o Mourinho há dias. Portanto, sempre que pensar em definir território, pense também o que é que isso traz de valor para o mercado.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A great example of management in Portugal


Today, I've heard the news about Jerónimo Martins, the owner of Pingo Doce supermarkets and one of the most richest men in Portugal.
There was a kind of huge excitment about the fact Jerónimo decided to transfer the headquarters from Portugal to Netherlands, where taxes are much lower and also where it is easier to expand business, and also where the average of corruption are dramaticaly lower.

Apparently, a major part of people think that is wrong, because is a sign of anti patriotism and so on. But the brutal truth is the real anti patriot people are portuguese polititians whose behavior for decades has been the betrayal of the country and to all fellow.
Jerónimo Martins, Chairman
Therefore, I congratulate Jerónimo Martins for the courage of refusing to work, inovate and create value only to sustain a rotten system, paying taxes for nothing but to feed criminals that run the country.

Mr. Jerónimo, you have my respect. You inspire me, you are a great example of management and a great portuguese, respected all over the world. Good luck for you and your business. I will always be happy to do my shopping at Pingo Doce supermarkets.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Da pata de coelho ao santinho... A sorte espreita


Os amuletos são objectos tramados. As pessoas usam-nos e a maior parte das vezes, nada. Não acontece o que se quer. Afinal, o amuleto não funciona. Muda-se de amuleto. Para uma pata de coelho, um santinho, uma ferradura, uma pedrinha. Pois é. Nada. Estão todos estragados. E então? Não prestam. É tudo uma mentira...

Um dia destes, pus-me a imaginar uma conversa entre um amuleto e o seu dono. Então o tipo põe-se a apelar à pata de coelho que quer ganhar o jogo e conta com a sua ajuda. E a pata a fazer-se de surda. Não responde, nada diz. Mas o indivíduo acredita na pata e descansa, relaxa. Está protegido, pensa.
No dia do jogo, lá se equipa e entra em campo levando o objecto da sua confiança, a pata. Uma hora depois descobre que a pata não funcionou. Perdeu o jogo. E diz para a pata de coelho «vou-te empandeirar, vou arranjar um santinho ou uma ferradura porque tu não me dás sorte».

Mas aí a pata revolta-se pela promessa de separação e desprezo. E começa a falar: «Ouve lá, pá!! Que é que tu queres? Queres ganhar jogos, é?» O tipo, perplexo pela revolta do objecto antes inanimado, responde-lhe apressadamente, «claro, é por isso que ando sempre contigo, pensavas o quê?»

Mas aí a pata enerva-se à séria e responde à letra: «Ó pazinho! Vê lá se te enxergas. 'Tás para aí a dizer mal de mim, o que é que esperas? Por mim, podes ir para o santinho, para a pedra, para a ferradura... Vai para onde quiseres. Garanto-te que não vais ganhar jogo nenhum. Não te vai sair o euromilhões, não vais subir lá no trabalho, não vais passar nos exames... Ouviste bem, não ouviste?»

E o tipo, revoltado, responde, já com os músculos faciais contraídos: «Ai é? Falas assim pra mim, miserável? Afinal eu comprei-te para me dares sorte e tu afinal andas-me a dar azar... Tenho tido só 'caroços' na minha vida. Tu não prestas é o que é, e eu vou-te trocar...»

Mas a pata de coelho não se impressiona e dispara: «Ouve lá, ó cabeça dura! És estúpido ou fazes-te? Olha lá, tu não treinas, só comes, lanças-te aos doces, passas horas sentado e depois queres ganhar jogos a tipos que treinam todos os dias?
Não estudas nada, não te concentras, não te preparas para os testes e depois queres que eu te passe? Só eu é que trabalho, é? Vê lá se fazes alguma coisa, pá!!
Não preenches o talão do euromilhões e queres ganhar? Vê lá se te mexes, pá, em vez de andares a dizer mal de mim e a lamentar-te.
O teu chefe ameaça-te, 'tás arrumado no trabalho e queres que eu te dê sorte contigo a chegar tarde, a fazer o mínimo possível e ainda por cima mal. Que é que tu queres, afinal? Faz-te à vida, pá! Eu só faço alguma coisa se tu fizeres primeiro. Tu andas a brincar e queres que eu trabalhe sem condições?»

O tipo estava perplexo: «Mas estás-me a tratar mal? Eu é que estou à perna com a minha vida toda, é o que é. E tu ainda me desancas... Afinal, para que serves? Nem para me fazer sentir bem...»

E a pata não perde tempo: «Eu desanco-te porque me tratas como se eu fosse tua escrava. Não me respeitas. Nem a ti te respeitas, como podias respeitar-me a mim? Só estás comigo por puro interesse. E depois de tudo o que tens feito mal ou não tens feito sequer, ainda queres que eu te faça sentir bem? Olha, isso só depende de ti, pá. Não venhas procurar estados de espírito em objectos externos. Eu só posso fazer o meu trabalho se tu fizeres o teu.
Olha, faz-me um favor, deita-me fora ou dá-me a alguém que faça alguma coisa e que trabalhe. Gosto é de donos que me dêem gozo de lhes dar sorte. Dos que olham para mim e que empreendem e me levam à luta com eles, me transpiram, me usam. Não quero donos como tu, que ficam só à espera que aconteça sem fazer acontecer. Portanto, tenho o maior gosto que me deites fora ou me dês a outro.»

E assim aconteceu. O até ali dono da pata de coelho, enraivecido com as palavras do amuleto, arremessou-o para longe de si e acelerou o passo, pensativo. Não mais olhou para trás e também não viu quem achou a pata e venceu com ela...

domingo, 1 de janeiro de 2012

The Fear effect



Fear plays an important role in human being lives and society. It affects people, groups, organizations, countries, preventing from achieving goals. Moreover, fear fosters stress, anxiety and depression feelings. It is a great tool of power in order to take control over people.
But the good news is it’s possible to control our fears. It depends mainly of how we manage our emotions. Our body will thank for that. Let’s see the effects of fear in our system, described by professor Richard Boyatzis (Journal of Management Development):

«Arousal of a fear stimulates neural circuitry, starting in the amygdale and emanating with dominant activity in the right versus the left prefrontal cortex. At the same time, it promotes activation of the Sympathetic Nervous System, creating a set of neural and endocrine processes that stimulate negative or defensive emotions, resulting in a likely shift in perceptions of the environment as more threatening (or merely anticipating that future events will be more threatening). This results in defensive or hostile actions that typically result in a person’s withdrawing or inhibiting new thoughts and alternative ways to approach a situation.
Instead of moving forward, toward a desired future or condition, the person moves away from and protects himself/herself from threatening aspects of the present or future (…).
Arousal of fear or avoidance motives engage the Negative Emotional attractor with its impact on the person defending himself/herself or being forced to contemplate adaptation not previously considered.»

Your health depends on your reality perceptions and on your emotions. If fear is something that can be controlled it’s because it comes from inside, although you think it comes from outside. So, there’s only a way to prevent fear from your life. Activate your Parasympathetic Nervous System by creating your personal will, your ideal self, your own possibilities by igniting your dreams, hope, optimism and positive expectations. Start to train now.