segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Que grande mulher? Meryl ou Margaret?



Fui ver o filme A Dama de Ferro por duas razões. A primeira porque Meryl Streep é uma das melhores actrizes de sempre. Vi-a inúmeras vezes, em Kramer Contra Kramer, A Amante do Tenente Francês, O Caçador, ABBA e muitos outros. Na realidade, uma actriz de peso. Em segundo porque a figura de Margaret Tatcher sempre foi polémica e queria saber se o filme traria algo de novo.

Puro engano. Trata-se apenas de uma interpretação brutal de Meryl Streep no papel de uma velha mulher, desgastada pelas agruras de uma vida de desafios e traumas. Uma velha mulher entregue agora aos seus fantasmas do passado, às recordações dolorosas e revivendo ainda momentos que achou de grandeza à frente dos destinos de um país europeu influente.

E o que fica do filme? Bom, a interpretação de Streep é ímpar. De resto, uma sensação estranha sobre Tatcher, uma mulher afectada e traumatizada desde a sua infância, obstinada, amarga e amargurada. Fica-se a perceber que a sociedade britânica pagou caro o preço do percurso da sua primeira-ministra. Será que tudo teria sido melhor sem ela? Talvez. Ficou por dizer e datar muita coisa, como o seu respeito por Pinochet e a aceitação das políticas económicas de Milton Friedman que tanto penalizaram o povo inglês.

Meryl Streep é uma grande mulher.
Será que Margaret foi realmente uma grande mulher?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O nosso potencial


No post anterior estavam indicadas as interferências que nos impedem de alcançar o que queremos. A grande pedra-de-toque para se livrar dos obstáculos internos é você mesmo querer e crer. Os recursos já os tem. O seu potencial não precisa ser aumentado, precisa sim é de mais espaço. E vai arranjá-lo livrando-se das interferências que lhe povoam a mente.

Criando o seu ideal-self, ou seja, visualizando a sua imagem no futuro, envolvida naquilo que quer, cria um sentido de propósito, de significado. Estabelece os seus objectivos e a esperança abrirá o leque de possibilidades. O seu objectivo, o seu ideal-self, vai colocá-lo/a em posição para a acção.

Entretanto, será sensato começar a trabalhar alimentando o seu cérebro com o necessário para empreender na sua viagem. Livros, revistas, informação e eventos são uma ementa adequada. Sobretudo aprenda, adicionando conhecimento à sua pessoa. Estes passos activarão o Sistema Nervoso Parassimpático (SNPS), que o/a colocará num estádio mais consciente, menos agitado/a, satisfeito/a, criativo/a, explorador/ra de si e das possibilidades que agora surgirão.
Em estado de alerta, satisfeito/a, em modo up-time, chamado assim quando se está virado/a para fora, consciente e aberto às oportunidades que surgirem.

Agora que tem os dados, dê o primeiro passo.
Crie o seu ideal self. Depois é acção, acção, acção

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

As nossas interferências

Grande parte dos obstáculos à nossa progressão são internos. Basicamente, são oito:

Indiferença, Indecisão, Dúvida, Medo, Precaução demasiada, Preocupação, Pessimismo e a Queixa

Estas são as principais interferências que nos impedem de alcançar os nossos objectivos. Fazemos interpretações negativas, produzimos julgamentos, como «isto não é para mim»; «ah, é impossível»; «Eia, isto é difícil, não vou ser capaz» e um monte de outras afirmações que a nossa mente se encarrega de produzir se deixarmos à solta o nosso diálogo interno. A este estádio se chama down time. Estamos viramos para dentro, concentrados no passado, nas nossas fraquezas, reproduzindo e repetindo pensamento por pensamento.

Entretanto, é o Sistema Nervoso Simpático (SNS) que é activado, produzindo níveis de cortisol que nos perturbam o discernimento, impedem a criatividade, a capacidade inovadora. A activação do SNS coloca o organismo em modo de sobrevivência e como tal deixamos de ver as possibilidades. Ficamos então estacados na visão em túnel, dicotómica, do tipo reptiliana «ataque ou fuga».

A forma de sair deste estádio é estabelecer objectivos, a imagem no futuro, com sucesso, o chamado «ideal self», e trabalhar a focalização naquilo que realmente queremos. E disso escreverei no post seguinte.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Jerk, Fool or a Star

Harvard Business Review published an article of Tiziana Casciaro and Miguel Sousa Lobo about how we tend to chose people in organizations. We all know it is critical to choose competent people in order to increase productivity, creativity, innovation, and else. But, if you think people choose ones best able to do the job, you are completely wrong. The fact is we tend do choose people we like. And things alternate between competence and likability.
This has big implications for our organizations with huge costs. Because people that like each other typically share similar values and ways of thinking, making difficult to generate fresh ideas. Take a look to the next box, that show the four archetypes found:


As you can see and according the Tiziana and Miguel research, people tend to love and desire the kind of Lovable Star, who’s both smart and likable. Unfortunately, this type is very rare. On the other hand, the Lovable Fool is more common and mildly wanted. Is the type of people who doesn’t know much but is a delight to have around. The Competent Jerk is mostly avoided because, despite knowing a lot, is unpleasant to deal with. Finally, we have the desperately avoided Incompetent Jerk, guess why.

Things got more interesting when people faced the choice between Competent Jerks and Lovable Fools. Personal feelings played a more important role in forming work relationships, not friendships at work but job-oriented relationships. So Lovable Fools took advantage.
Of course we can minimize the effects by coaching, 360-degrees evaluations and fostering bonding. Take time, yes, but it worth it.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

What mood does to organizations

In many organizations I’ve worked for, laughing was simply a crime. A manifestation of irresponsibility and immaturity. It was difficult to get this, seeing people in a bad mood eigth hours a day, five days a week. This happened not because people were like that, but because there were bad mood managers, that complained all day about everything.

Unfortunately, productivity is closely related with bad mood. Unfortunately too, managers and some leaders don’t know what bad mood do to the body and mind. And therefore, they don’t know what can happen to effectiveness, productivity, relationships and teams. They don’t know what can happen to innovation, to creativity. Oddly, they take some satisfaction by the fact they are in a bad mood.

According to a recent study of Marie Dasborough, two groups of people were interviewed after an experiment.

1 - The first group received negative feedback accompanied by positive emotional signals – nods or smiles.
2 - The other group was given a positive feedback that was delivered critically, with frowns and narrowed eyes.

What happened? The first group reported feeling better, although the negative feedback, because the good-natured delivery. The second group reported feeling worse about their performance, because of negative emotional signals.

So, as Daniel Goleman says, «if leaders hope to get the best out of their people, they should continue to be demanding but in ways that foster a positive mood in their teams. The old carrot-and-stick approach alone doesn’t make neural sense».

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Social intelligence and leadership


The conclusion is simple: The majority of people in charge of something are not leaders. They are only managers. Leadership is not giving orders, is not demanding. It is all about influence and developing others. But to influence people, leaders have to work on themselves.

Daniel Goleman says that social intelligence has a dramatic role in leadership performance. Here you are the skills you need to develop in order to improve your leadership performance:

Empathy – Understand what motivates other people, even those from different backgrounds? Are you sensitive to their needs?
Attunement – Listen attentively and think about how others feel? Are you attuned to others’ moods?
Organizational Awareness – Appreciate your group’s or organization’s culture and values? Understand social networks and know their unspoken norms?
Influence – Persuade others by engaging them in discussion, appealing to their interests, and getting support from key people?
Developing others – Coach and mentoring and provide feedback that people find helpful for their professional development?
Inspiration – Articulate a compelling vision, build group pride, foster a positive emotional tone, and lead by bringing out the best in people?
Teamwork – Encourage the participation of everyone on your team, support all members, and foster cooperation?

Are you aware of all this areas in your work life? Start doing
something to improve your skills. It’s all about training.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A great book writen by great people

I've bought recently this book. Masters of Success. This is a compilation of small texts about success. Vivid experiences from achievers who overcome huge dificulties in life, but that trusted, persisted and achieved a great balance for them.

What success is can vary from each person. But certainly is not money. Beyond money there are much more in a profound level. Significance, purpose, learning opportunities, satisfaction, family and love are some of the parts success can be made. Money comes after, is a consequence of all our background, starting from within.

Most people think this type of words are a little bit esoteric, but the truth is we have to work on our awareness, looking attentively to inside, what we feel, how we behave, how we think, how we decide, how we interpet reality, etc.

Masters of Success is a great book that you don't need to read at once. Take your time, slowly, let the seeds grow within you.