quarta-feira, 23 de maio de 2012

O homem de bem e o homem medíocre

«O homem medíocre tem necessidade constante de aparato, sem nunca ser visto como grande senhor»
O caminho não parece ser este… o APARATO. A história repete-se vezes sem conta, mas lidar com ela é sempre um desafio. E o resultado uma incógnita.

«O homem de bem é na sua essência um grande senhor, sem ter necessidade e aparato»
O caminho será mais este… a ESSÊNCIA.

Um pequeno livro de Confúcio faz a distinção entre uma vida plena e uma outra e explica exemplarmente o que é a vida de bem e a mediocridade. Diz Confúcio, que viveu antes de Cristo, que «A vida do homem assenta na rectidão. Sem rectidão apenas assenta no acaso». Não é este o princípio que vemos como exemplo nos dias que vivemos e as consequências disso sentimo-las hoje. Mesmo com consequências tão declaradas, parece não haver capacidade para reformular. E vem então a confusão: o que é Bem e o que é Mal?
Com este pequeno livro, O Caminho do Homem para uma Via Espiritual, ficamos a reflectir e muito sobre nós, a sociedade, a educação, a conduta. E, decerto, afigura-se como um ponto de referência em relação ao que devemos ou não ser. Obrigatório ler.

«O homem de bem estima a virtude, o homem medíocre os bens materiais»
«O homem de bem tem dentro de si o sentido da lei, o homem medíocre não pensa senão nos privilégios»

«O homem medíocre baseia-se no compromisso, sem alcançar a harmonia»
«O homem de bem convive na harmonia, sem ter de assumir o compromisso»

Não leia só estas frases, reflicta um pouco mais e atente no que sente.