terça-feira, 31 de dezembro de 2013

O pensamento positivo...


Bom ano 2014
com pensamentos
atitudes e comportamentos positivos
A moda do pensamento positivo implantou-se no mundo do desenvolvimento pessoal, da auto-ajuda e das terapias. Pensar positivo é algo de grande valor, a base para uma mudança, para um estado de confiança, bem-estar e de realização. Só que o pensamento positivo actua apenas como uma alavanca. Pensamento positivo sem acção é apenas palavreado. Interessante, mas só isso. Há dois tipos de pessoas, as que falam do pensamento positivo e esperam que algo aconteça para justificar o seu pensamento positivo. E há as que utilizam o pensamento positivo para terem uma atitude e um comportamento positivo. E são esses dois factores que moldam a nossa vida.
- As pessoas que têm pensamento positivo apenas têm pensamento positivo e esperam que isso faça a diferença. Se acontece alguma coisa menos boa isso é azar e continuam a ter apenas a ter pensamento positivo, tal qual uma resignação seguida de uma espera: «há-de acontecer alguma coisa»; «Tudo se vai compor»; «Não há-de ser nada»; «Melhores dias virão»; «Isto vai mudar para melhor».
- As pessoas que têm também uma atitude e comportamento positivos, essas usufruem, moldam a sua realidade, constroem a sua vida. Se algo menos bom acontece assumem a responsabilidade e continuam... alterando a sua atitude e o seu comportamento. E fazem-se perguntas engendrando novas formas de fazer as coisas: «O que vou fazer?»; «O que posso fazer para mudar a situação a meu favor?»; «O que quero efectivamente?»; «O que é necessário acontecer para atingir o objectivo?».

Tenha um bom ano, com pensamentos, 
atitudes e comportamentos positivos

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A zona-de-conforto

O pronto-a-dizer contagiou o conceito da zona-de-conforto. Facilmente se fala dela e fica quase sempre a faltar o conteúdo. E este conteúdo diz o seguinte:
Desde que nascemos devemos alargar a nossa zona-de-conforto. De início ela é-nos garantida por terceiros, pelos pais ou pelos educadores. Mas assim que ganhamos alguma autonomia o nosso desígnio é alargar essa zona o mais possível. Sempre que tivermos oportunidade.
Alargar a zona-de-conforto implica estarmos sempre a abdicar de uma parte dela para conquistarmos uma nova fatia. E assim, fatia a fatia, a nossa zona-de-conforto vai crescendo. E com ela vamos sentindo mais conforto em mais situações. O que representa que vamos crescendo em competências, técnicas, emocionais, espirituais. Alargamos também o leque de possibilidades e assim nos tornamos mais flexíveis, mais preparados para uma maior variedade de situações.
Portanto, não acredite naquilo que dizem os reprodutores de clichés. Não saia da sua zona-de-conforto (a menos que não tenha alternativa). Abdique, sim, de uma fatia para conquistar uma nova fatia de conforto. Se sair completamente dessa zona ficará perdido/a e sem referências. Quanto mais alargar essa zona, mais segurança e confiança vai sentir em mais situações de vida, em mais lugares, com diferentes pessoas em diferentes contextos.
Não saia da sua zona-de-conforto. Alargue-a, abdicando apenas de uma parte dela.

domingo, 1 de dezembro de 2013

A felicidade como escolha...


Um conceito estranho... A felicidade é uma escolha. Estranho em relação a quê? Em relação à forma como estamos habituados a pensar: a felicidade depende de acontecimentos e não da nossa decisão.

Na verdade, a felicidade vem de uma crença, baseada na focalização de algo que entendemos como negativo. As pessoas sentem-se infelizes quando acreditam que isso é necessário.

Pergunta
«O que espera atingir com a sua sensação de infelicidade?»

Uma crença não é causada, não é um facto. É criada por uma escolha. É algo que se pensa ser verdade. E essa ilusão de verdade ou da realidade não é a experiência real da verdade ou da realidade. É apenas a nossa interpretação. Se bem que possa de alguma forma coincidir com acontecimentos factuais, tudo depende da nossa interpretação.

A infelicidade é apenas uma crença, e como crença poderá sempre ser questionada. As pessoas são infelizes porque acham que têm de ser. Sim, é verdade que estão a sentir-se infelizes, com todas as emoções e sensações inerentes a essa sensação. Sentem-se infelizes acerca do que não obtiveram ou de não conseguirem o que acham precisar ou de não serem o que acham deveriam ser.

Perguntas
«O que poderia acontecer se não se sentisse infeliz?»
«O que faria agora se não se sentisse infeliz?»
«O que o/a impede de fazer o que faria se não se sentisse infeliz?»
«Sentir-se infeliz resolve a sua situação?»
«Assusta-o/a o facto de poder sentir-se feliz?»

Reflicta, sem juízos de valor, sem críticas. De quem é a responsabilidade de se sentir como se sente? É sua ou é dos outros. Bom, registe que, se entender que é sua, tem ao alcance uma escolha. Se é dos outros, está dependente. E se é este o caso, então não são os outros ou os acontecimentos que vão fazer pela sua felicidade.

sábado, 16 de novembro de 2013

A responsabilidade é sempre nossa...


Todo o comportamento tem origem numa emoção, que parte de uma crença, originada por uma percepção, que tem o seu motor numa experiência. Nada pertence aos outros. É tudo nosso:

EXPERIÊNCIA - PERCEPÇÃO - CRENÇA - EMOÇÃO - COMPORTAMENTO

Por isso, a responsabilidade é sempre nossa também... Escusado culpar, escusado arranjar justificações escapatórias.
A experiência é vivida por nós, por algum motivo estamos nela, certo? Pertence-nos. A PERCEPÇÃO é nossa, interpretamos à nossa maneira. A CRENÇA é nossa, formamo-la baseado no que aprendemos e na nossa história de vida. A EMOÇÃO é nossa, decidimos emocionar-nos de certa maneira, porque temos crenças e percepções, que são nossas também. O COMPORTAMENTO é da nossa responsabilidade, decidimos e agimos por nossa iniciativa.

Concentre-se nestes cinco dados: Experiência-Percepção-Crença-Emoção-Comportamento. Verá que nada pertence aos outros. É tudo seu. Se é tudo seu, é porque pode sempre alterar alguma coisa. Pode reformular, ressignificar, reenquadrar, agir diferente. É tudo uma questão de se tornar responsável... ou mais responsável.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Lutar contra ou por?

Lutar contra tem sido a missão de muita gente. Lutar contra a crise, contra a insegurança, contra a falta de confiança, contra o medo. Contra, contra, contra.
Quanto mais se luta contra, mais o contra resiste, mais o contra volta, insiste e mais força tem. Há décadas que se luta contra tanta coisa e agora, décadas passadas, continua a lutar-se contra a mesma coisa. Porque será? A resposta é simples: Porque se luta de forma desadequada.

E que tal começar a lutar por? Por aquilo que quer que aconteça? Por aquilo que deseja? Faz a diferença toda, porque é completamente diferente o «contra» e o «por». Na primeira, a focalização é no que não quer. Na segunda, no que quer. Adivinhe qual a probabilidade do que vai obter numa e noutra situação? Pois é... Talvez ainda esteja na dúvida, mas na primeira tende a obter mais do que não quer. Na segunda aproximar-se-á mais do que quer. 

Basta olhar à sua volta para perceber que o «contra» mantém-se sobre as mesmas coisas. Contra o desemprego, contra a corrupção, contra as condições de vida, contra a precariedade, contra o medo, a insegurança, a falta de confiança. E tudo se mantém... O que se passa? O que se passa é que lutar contra mantém-no preso ao desagrado, ao defeito, ao indesejado e indesejável, mantém-no atento ao desconforto, ao receio, ao medo, ao perigo. Enfim, concentrado no que não gosta e não quer. Qual a solução? É simples, apesar de não ser fácil.

A sua mente habituou-se a esse registo do «contra». Agora terá de desafiar-se a transformar essa capacidade de luta no «por». O que quer, afinal? O que depende de si? O que pode fazer por si? O que está disposto/a a fazer pela sua vida? Pelo seu bem-estar? Quanta energia vai investir a lutar por uma causa maior e que deseja?
Lute pela confiança, pela segurança, pela coragem, pelas condições de vida, pelo emprego ou pelo rendimento, pela honestidade, por uma comunidade mais íntegra... Transforme-se, comece por si, exemplifique como se luta «por», olhando em frente. Não se fixe na barreira, no obstáculo. Fixe-se na possibilidade e na oportunidade...

... E dê as boas-vindas ao mundo das possibilidades

terça-feira, 5 de novembro de 2013

A segurança é inimiga do desafio...

A procura constante de segurança pode ser o seu maior engano. Encontrar a segurança pode ser encontrar mesmo a sua própria armadilha. Quão seguro/a se quer sentir, numa escala de zero a 10? A segurança pode ser o melhor caminho para a paralisia...
Nada melhor para ficar parado do que sentir segurança. Ela é doce, subtil e dá-lhe a sensação de adquirido, de não ser preciso mais, de ter já o suficiente. A segurança abre-lhe também caminho para a arrogância, para a sobranceria, para o distanciamento da essência.
Estar em plena segurança é verdadeiramente limitador. Qualquer desafio na vida põe em causa a segurança. Qualquer novidade provoca o sentimento de segurança. Um projecto, um sonho, um objectivo põem em causa a segurança.
Será a segurança um objectivo a alcançar? A partir de que momento a segurança começa a ser obstáculo, limitação, constrangimento?
A segurança é tanto mais ardilosa quando mais a procuremos. Quanto mais quantidade de segurança quiser na sua vida, mais vício vai ter em procurar mais... e mais... e mais.
Algumas perguntas para reflectir:
- Procura a segurança ou foge do sentimento de insegurança?
- De zero a 10, quanta segurança quer sentir?
- O que é que sente em relação a sentir-se seguro? Necessidade ou desejo?
- O que é que tem de acontecer para se sentir seguro?
- Que quantidade de desafio e quantidade de segurança quer ter na sua vida?
- Do que é que tem medo?
- A procura de segurança anula o sentimento de insegurança? Ou este permanece?
- Se tiver muita segurança, quanta dimensão vão ter os seus desafios?

domingo, 27 de outubro de 2013

A resolução está sempre na pergunta

A pergunta é a maior das soluções para quase tudo na vida. Para tomar decisões, fazer escolhas, traçar objectivos, resolver problemas, bloqueios, dilemas. Tudo começa com uma pergunta, depois outra e outra e outra... E logo as respostas surgem, abrindo possibilidades, caminhos e soluções.

PORQUÊ? As perguntas levam-nos às respostas, a olhar para dentro de nós, para os nossos recursos, para as possibilidades, para as soluções. 
Se quer a resposta ou a resolução do assunto em mãos, procure fazer-se perguntas a si próprio ou alguém que as faça a si.

Sugestões, conselhos ou dicas só aprofundam o problema ou arranjam outros. Ouça, mas logo depois formule perguntas. 

- O que quer alcançar, exactamente? (estado desejado)
- O que significa para si? (o que lhe traz, o que ganha com isso?)
- Como pode alcançar o que quer? (possibilidades)
- Como vai fazê-lo especificamente? (que passos? O quê? quantas etapas?)
- Onde, concretamente? (lugar, o sítio, a região?)
- Com quem? (sozinho/a? Acompanhado/a?)
- Quem vai ajudá-lo/a atingir o objectivo? (quem o/a apoia? O/a encoraja? O/a motiva?)
- Quando, exactamente? (data. O mês, semana, dia)
- Como vai certificar-se de que vai cumprir? (quão forte é o compromisso consigo próprio/a?) 
- A quem vai dar feedback? (assume compromisso com alguém para se ajudar a si mesmo/a)

As soluções estão nas perguntas. São elas que, mais rápido ou mais lentamente, levam às respostas, à resolução.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Passos para viver melhor

O que fazer? Como fazer? Porque será que não estou a conseguir o que quero e o que gosto? Qual a causa? A resposta aqui é simples e curta: «VOCÊ»
Passos simples e transformadores para melhorar a qualidade de vida são possíveis desde que se permita experimentar. Dê uma oportunidade a si mesmo/a para o fazer. Relaxe e desfrute.

1 - Assuma a responsabilidade dos seus pensamentos, sentimentos, das suas acções e linguagem. A mudança depende disso. O que pensa e sente é produzido por si, não pelo que vê ou vivencia.

2 - Não confunda as suas convicções com a verdade das coisas, da vida, dos factos. Se mudar as suas convicções, a «verdade» será sempre outra. Mantenha isso em mente.

3 - Comece a observar em vez de interpretar. Observar é registar o que vê, sente e pensa. É apenas assumir-se como testemunha sem classificar seja o que for de bom ou mau, etc. Interpretar é entregar-se a juízos de valor e fazer associações e comparações.

4 - Pense e sinta o que quer e não o que não quer. Centre-se sobretudo no que pretende atingir e até onde pretende ir. Não se fixe referencialmente no que não quer.

5 - Torne-se consciente do seu inconsciente. Ou seja, repare no que diz, pensa e sente de forma automática. Assuma que as suas palavras não são os acontecimentos que descrevem, são sim a sua interpretação da realidade. O seu mapa mental não é o território da realidade. Duas, três ou mais pessoas podem ter vários mapas do mesmo acontecimento.

6 - Seja flexível de forma a obter o que quer e deseja. Mude o que tiver de ser mudado, de acordo com os seus princípios e valores. Não fique preso/a a uma só versão. Pelo contrário, construa uma melhor versão de si mesmo/a.

7 - Não lute contra seja o que for. Aja com, aceite e siga em frente. Se não aceitar a existência do que lhe é desconfortável ou irritante, é porque está focalizado/a no que não quer. E aí terá cada vez mais disso mesmo. Aceitar não é resignar-se, é sim, respeitar a existência do outro lado e seguir o seu próprio caminho, em termos físicos e emocionais. Não tente mudar o outro, não lute, não vá contra. Faça o que tem a fazer... por si e consigo.

EXPERIMENTE. VOCÊ SERÁ SEMPRE RESPONSÁVEL. SE NÃO QUISER, NÃO SE QUEIXE

sábado, 21 de setembro de 2013

Citações sobre a mudança

«Mude antes que tenha de o fazer» – Jack Welch

«As pessoas não resistem à mudança. Elas resistem a serem mudadas!» – Peter Senge

«A nossa única segurança é a nossa capacidade para mudar» 
– John Lilly

«O mundo odeia a mudança, porém é a única forma de trazer progresso»
– Charles Kettering

«O grande perigo em tempos de turbulência não é a turbulência – é agir com a lógica do passado» – Peter Drucker

«A mudança tem uma má reputação na nossa sociedade. Mas nem toda é má. Na verdade, a mudança é necessária na vida – para nos manter em movimento… a crescer… interessados… Imagine a vida sem mudança. Seria estática, aborrecida. - Dennis O’Grady

«O sucesso na vida não está baseado na sua capacidade para mudar, mas sim na sua capacidade para mudar mais rápido que a sua competição, clientes e negócio»
– Mark Sanborn

«Abraçar a mudança é a melhor coisa que podemos fazer. Não é preciso inventá-la, ela sempre existiu, sempre esteve lá. Já existe. Só precisa de se manter consciente e navegar assertivamente nas suas águas» - Jorge Dias

«A mudança é dura porque as pessoas sobre-estimam o valor do que têm e subestimam o valor do que podem ganhar» 
– James Belasco and Ralph Stayer

«Mude os seus pensamentos e mudará o seu mundo»
– Norman Vincent Peale

«Se você apenas fizer o que sempre fez, de certeza obterá sempre menos do que sempre teve» – Anónimo

«O que o trouxe até aqui não o levará além…» – Marschall Goldshmith

domingo, 21 de julho de 2013

Se não fez, não se lamente...

E de repente a vida não lhe corre tão bem e lá estão as velhas razões de sempre: a economia, a crise, os políticos, o governo, o país, o patrão, a empresa, o chefe, a mulher, as contas, os filhos, o dinheiro...

Comece a não fazer o que está a fazer...

... Mas o que andou a fazer até agora? Ia à praia, jantar fora, passear, petiscar com os amigos. Ah, comprou um bom carro, depois trocou por outro três anos depois e voltou a fazer o mesmo mais tarde. Sempre melhores, mais espaçosos e modernos. Sim, foi de férias, sempre, comprou um plasma, um tablet, um iphone, trocou por outro e outro. E quantas horas de TV? Todos os dias? Telejornais, futebol, concursos, debates e entrevistas, séries e filmes? Sim, quantas horas? Perdeu-lhes a conta...

... E a fazer o que não está a fazer

E aquele curso? Pois, não tinha tempo. E aquela formação que lhe aconselharam? Ah, não dava jeito. E o que procurou para aprender? Ah, sim, não deu por isso. Que livros leu durante estes anos? Quase nada, mais uma vez o tempo... Investiu na aprendizagem de uma língua estrangeira? Não? Ah, sim, para quê?... Também o tempo era pouco, certo? E uns workshops que os amigos o convidaram? Ah, pois, aquilo é tudo treta... E uns seminários ou palestras que viu no jornal? Ah, sim, sim, não tem pachorra.
Portanto, não investiu nada em si, certo? Como? Era a empresa que devia ter pago? E então o que gastou nos bens de consumo? A empresa não tem nada a ver com isso? Pois é... Não se lamente. 

Acorde e invista em si, na sua formação, nas suas competências, no conhecimento. Alargue a sua zona de conforto, aprenda, conheça, saiba. Em vez de andar entretido em coisas que não lhe acrescentam nada, faça algo por si... Não se queixe!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Hemisfério direito ou esquerdo?... Faça o teste

Leia cada uma das seguintes afirmações e decida, tendo em conta se se aplica a si ou não, se é verdadeira (V) ou falsa (F). Não pense muito, seja sincero/a:

1 ‐ Creio sinceramente que uso a minha intuição quando tomo decisões
2 – Analiso os problemas profundamente antes de decidir o plano de acção
3 – Para apresentar o meu ponto de vista, uso activamente as minhas
mãos e o resto do meu corpo
4 – Eu confio mais em factos do que em feelings para tomar decisões
5 – Gosto de apresentar as minhas ideias ilustrando‐as sob
a forma de imagens
6 – Costumam considerar‐me um tanto ou quanto sonhador
7 – Sempre fui muito bom com os números
8 – Gosto de organizar a minha vida com detalhe considerável para evitar surpresas desagradáveis
9 – Frequentemente, durante a noite tenho sonhos que parecem reais e tenho tendência a sonhar também acordado
10 – A matemática e a ciência têm sido sempre os meus pontos fortes
11 – Já me têm dito que tenho uma postura física sóbria controlada
12 – Gosto mesmo de ler ficção e poesia
13 – Sou muito bom a expressar as minhas ideias e palavras
14 – Gosto de fazer as coisas por impulso, em vez de planear detalhadamente

Se marcou verdadeiras as afirmações 1, 3, 5, 6, 9, 12 e 14, tem a sua forma de pensar dominada pelo hemisfério direito do cérebro. Se respondeu verdadeiras às afirmações 2, 4, 7, 8, 10, 11 e 13, é o hemisfério esquerdo que domina a sua forma de pensar. Se as escolhas se equilibram entre si é porque a sua forma de pensar não é dominada especialmente por qualquer um dos hemisférios.
Depois consulte a imagem e saiba se tende mais para ser analítico, estratégico, lógico e pela razão, pelas regras; ou se é mais intuitivo, criativo ou emocional.

sábado, 29 de junho de 2013

Como dar feedback ou fazer uma avaliação

É das coisas que mais ansiedade traz. Como dizer ao outro aquilo que supostamente não gostará de ouvir? Como fazer para que a relação não fique destruída? Eis oito factores importantes:

1 – Falar com a/as pessoa/as quando se sentir calmo/a, sem stress
2 – Dar o feedback quanto às acções, não quanto à personalidade
3 – Descrever o comportamento ou acção específicos e dar exemplos
4 – Explicar qual o efeito desse comportamento ou acção na situação/equipa/pessoas
5 – Pedir um comentário à pessoa/as ou equipa
6 – Oferecer sugestões específicas para melhoramento
7 – Dar exemplos concretos sobre o que a pessoa/as ou equipa faz especialmente bem
8 – Concluir encorajando a pessoa/as ou equipa
9 - Não utilizar o «mas» e sim o «e». Faça-o e verá os efeitos

Tome nota destes factores e adapte-os ao seu relatório de avaliação. Antes de falar com o colaborador, com a pessoa em questão, trabalhe a forma de dizer...

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Oito razões por que se evita dar feedback

A maioria das pessoas acha difícil corrigir os filhos, amigos, familiares. E muitos managers e líderes têm dificuldade em dar feedback aos seus colaboradores. E porquê? Porque achamos sempre a crítica como uma experiência negativa. Assim, hesitamos em dizer o que pensamos por estas oito razões:

- Nunca dizemos à outra pessoa o que esperamos dela...
- Assumimos que a outra pessoa entendeu...
- Culpamo-nos quando a outra pessoa não entendeu...
- Temos esperança que a situação se resolva por ela própria...
- Esperamos que a equipa ou as pessoas entendam por elas próprias o que 
  queremos...
- Temos medo de afastar ou desagradar as pessoas...
- Sentimo-nos culpados por criticar os outros...


O feedback deve afinal ser uma experiência positiva. Uma oportunidade para reconhecer o que se está a fazer bem e o que se pode melhorar. Daí poder ser um excelente factor de alívio do stress e de melhoramento da interacção, do respeito e da confiança.

Não perca o próximo post para saber como dar feedback e fazer uma avaliação assertiva

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O grande método...




Uma questão de consciência para estar alerta e tomar decisões assertivas. Uma verdade que não é fácil assimilar. Persistem as dúvidas, o mal-estar e a dificuldade em acreditar que podemos fazer algo, não validando os sistemas.
Podemos sempre fazer algo por nós, cada um individualmente... Essa é a certeza!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A história do medo


Num país em guerra havia um rei que, sempre que fazia prisioneiros, em vez de os matar, levava-os para uma grande sala. De um lado da sala havia um grupo de arqueiros, do outro uma imensa porta de ferro sobre a qual se viam gravadas figuras de caveiras cobertas de sangue e outras imagens ainda mais apavorantes.

Nesta sala o rei colocava os prisioneiros em círculo e dizia-lhes:
- Vocês podem escolher entre morrer atravessados pelas flechas dos meus arqueiros ou passarem por aquela porta e serem lá trancados por mim!

Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei dirigiu-se ao soberano:
- Senhor, posso fazer-lhe uma pergunta?
- Diga, soldado.
- O que havia por detrás da assustadora porta?
- Vá lá, e veja você mesmo, agora.

O soldado abre então vagarosamente a porta e, à medida que o faz, raios de sol vão entrando e iluminam o ambiente… E, finalmente, descobre, altamente surpreendido, que a porta se abria sobre um caminho que conduzia à liberdade!

O soldado admirado fica a olhar para o rei, que lhe diz:
- Eu dava-lhes a escolha, mas preferiam morrer a arriscar-se a abrir esta porta

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Se eu soubesse...


Se eu soubesse como mudar o país...
Se eu soubesse como mudar as pessoas...
Se eu soubesse como mudar a economia...
Se eu soubesse como mudar o governo...
Se eu soubesse como mudar a crise...

Ah, o que eu faria se eu soubesse como mudar a situação...
O problema é que eu não sei o que fazer e como fazer. A única coisa que sei é o que poderei fazer comigo, e isso não falha. Independentemente da situação, eu sei que posso sempre fazer alguma coisa comigo, resulte ou não. O Se-eu-soubesse não é daqui, é do mundo das suposições.

O que eu sei é que se passar o tempo a pensar em como mudar a situação, ela não vai mudar... Nem para mim, nem para os outros. Agora a única certeza que tenho é que sei que posso fazer algo por mim e isso não falha.
Porque se eu mudar o meu mundo, vou melhorar, vou aumentar as minhas possibilidades, as minhas oportunidades e consequentemente vou alterar a minha situação, que está dentro do mundo.

Portanto, eu vou mudar o que faço, o que sei, o que conheço e o que quero, e isso não falha. E assim mudo a situação. A minha... E se mudo a minha, de alguma forma terá implicações na situação. Mas isso não é da minha conta.

O que farei? Como? Para quê? QuandoCom quem? Onde? E nunca mais o Se-eu-soubesse fará sentido para mim, porque agora eu sei que posso e isso não falha.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Seja você mesmo... Acredite em si


Temos de acreditar em Portugal 
Temos de acreditar nas instituições 
Temos de acreditar nas pessoas - Temos de acreditar na Justiça
Temos de acreditar que isto vai mudar

Você vai-se dar ao trabalho de acreditar nisto tudo? Você vai obrigar-se a acreditar no que dizem que você tem de acreditar? E quanto tempo vai ficar à espera para que tudo se torne verdade? É que se você «tem» de acreditar, então está a fazê-lo para os outros e a depender dos outros. E vai aguardar quanto tempo para que tudo se componha à sua maneira?...

E que tal acreditar em si? Sabe o que isso é? Eu lembro: É apostar em si. É investir em si, é pensar em si. É desenvolver-se. É evoluir. Este é o seu terreno, palpável, visível e mensurável. Aqui sim, você acredita no que quer e depois torna o objecto da sua crença uma realidade. 

A NOVA VERSÃO DE SI

«Temos» de acreditar? Ora essa!! Eu acredito em mim, que posso ser uma melhor versão de mim todos os dias... E assim também darei o meu contributo para a mudança do sistema, mas isso é algo em que não me concentro, pois está para além do meu alcance.
Seja você mesmo / Acredite e faça por si

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Qual é a sua mentira?



Que mentira anda a contar a si próprio/a? 
E quantas mentiras já tornou em verdades? 

Perguntas estranhas, estas... A verdade assustadora é que há muita gente a viver sobre uma mentira que criou para si própria, tornando-a verdade.
O que você é depende do que pensa que é... E o que pensa que é afecta a forma como os outros pensam que é... E o que os outros pensam que é determina a maneira como o/a tratam... E a forma como o/a tratam afecta a sua auto-imagem.

Isto para dizer que tudo depende de si. Começa e acaba em si. E se alguma coisa não está a correr como gostaria, então é porque tem de fazer o que não está a fazer, deixando de fazer o que está a fazer. É porque decidiu acreditar em algo que pensa ser a sua verdade, mas que afinal é uma mentira que aceitou contar a si próprio/a.

A solução passa por tornar verdade aquilo que agora pensa 
que é mentira e que sabe lhe convém mais para a sua vida...
QUAL É AFINAL A MENTIRA QUE ESTÁ A CONTAR A SI PRÓPRIO/A

sábado, 11 de maio de 2013

Os «3 Quês»


Mudar de Quê para Quê e com Quê
Falar de mudança hoje é cliché. É um tema vulgar e cansativo. Sobretudo quando não se sabe o que é, como se faz e para onde se vai. E a pergunta é sempre a mesma: «Sim, percebe-se que tem de haver mudança, mas de quê para quê e com quê?»
As nossas condições de vida alteraram-se e a mudança avizinha-se. Mas ela é feita de conteúdos. Digamos que o conteúdo que colocámos nestes recipientes, Portugal, organizações, instituições, associações, clubes, etc., deverão agora ser outros. O problema não é o do recipiente, mas sim o do conteúdo
Por exemplo, se quer mudar de vida, não basta mudar de casa. Não basta mudar o recipiente. Tem de mudar o conteúdo. E o conteúdo é o que tem dentro de si. Hábitos, conhecimento, percepções, competências, formas de se relacionar, entender o mundo, convicções, crenças, valores, etc.

Pois é... Que certeza tem que o seu conteúdo seria ou será o conveniente para mudar de vida efectivamente? Se fosse, poderia fazer algo diferente no mesmo recipiente, ou não? Precisaria de ir para outro planeta?
Afinal, depende de quê? do recipiente ou do conteúdo? Se for do recipiente, está a fazer depender a sua mudança de factores externos. Se for do conteúdo, sabe que está sob controlo e é responsável pelos resultados que obtém. 

E agora? De que lado se faz a mudança? No conteúdo ou no recipiente? O que conta mais? Quer fazer a mudança com Quê?

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Se você mandasse...



Imagine que tinha um poder absoluto, daqueles com que quase toda a gente sonha, quando diz «se eu mandasse...». Por uns instantes, pense nisso.
Uau, o que aconteceria? Tanta coisa, não é? Aposto que começava logo a fazer reparações e a pôr tudo em ordem. Primeiro a sua família, depois os vizinhos, depois o bairro e logo a seguir avançava para a sociedade. Punha tudo na linha, a Justiça, as Finanças, o Governo, os políticos, as leis.

Tirava pessoas de um lado e colocava-as noutro sítio. Ou simplesmente desencaixava umas para colocar outras. Ah, e mais, algumas haviam de ser punidas, para aprender! Dava-lhes uma lição. Presas, açoitadas, humilhadas, postas a andar do país até. E outras haviam de ser premiadas e compensadas... E assim ia ficando tudo como devia ser. Tirava umas coisas a uns para dar a outros... e alguns até ficariam sem nada, pois não merecem pelo mal que fizeram. Outros sim, merecem muito mais do que têm. E você punha tudo na ordem, num equilíbrio extraordinário. Ah, se você mandasse, punha tudo na linha e decerto viver-se-ia muito melhor do que hoje.

É agora que uma voz na sua mente lhe segreda, «podes crer que era assim... se eu mandasse, isto dava uma volta».
E agora pergunte-se: «E depois de estar tudo na ordem, como devia ser?...» Pois é, eu gostava de ouvir a sua reposta. O que faria depois? Mudar-se-ia a si a seguir? Sim, porque o único pedaço de mundo que faltaria para mudar seria você. A sensação de dever cumprido por ter mudado tudo à sua maneira e ao seu gosto só abrangeu os outros. E porque ficaria de fora? Afinal, você é uma pessoa justa, porque não o faria? Claro que aquela voz lhe diz agora: «Eu? por que raio? Se mudasse só eu, nada mudaria, por isso mais fácil mudar tudo à minha volta e à minha maneira, que assim eu viveria mais feliz. Eu e muita gente».

E eu volto a perguntar-lhe: Chama a isso mudança? Porque se você mandasse e mudasse tudo à sua maneira, teria necessidade de fazer alterações em si? Nada. Nada de nada. E agora deixe-me dizer-lhe qual a impressão que tenho sobre o «Ah, se eu mandasse...». Se conseguisse mudar tudo à sua volta, seria uma forma de você ficar na mesma. Uma espécie de mecânica de manutenção, de forma a manter a sua vida como está, uma espécie de fazer melhor o que está a fazer agora, mas nada de especialmente diferente.
O que lhe digo é que, se ambiciona a mudança em alguma coisa, há que dar o primeiro passo, tal qual no atletismo se começa pelo primeiro metro e não no último.

Sim, sim, esta coisa da frase do «mude-se a si primeiro» é hoje um cliché enorme. Já enjoa ouvi-la. O Ghandi disse qualquer coisa como «Seja a mudança que quer ver no mundo» e agora toda a gente repete sem saber o que fazer depois com o raio da frase. Mas a questão é simples, apesar de não ser fácil. Comece por si, dê o exemplo, mostre como é, que é capaz, que consegue e, sobretudo, QUER.
E assim decerto que conseguirá mudar alguma coisa no seu mundo e influenciar outras pessoas perto de si. E assim se inicia uma mudança brutal e profunda, sem aparências nem falsidades.

domingo, 21 de abril de 2013

A meteorologia da mente



Tenha a certeza de uma coisa: você tem controlo sobre o ambiente. O ambiente da sua mente. Sim, sim, também há um clima dentro da sua mente. 

Já ouviu falar do clima organizacional? O ambiente que se vive dentro de uma empresa? Pois bem, esse ambiente divide-se em três partes: 1.º - o ambiente da mente de cada pessoa; 2.º - o ambiente de cada unidade, secção, departamento; 3.º - Finalmente, o ambiente da organização, que é o somatório dos dois anteriores.

Comece o dia verificando como está a meteorologia da sua mente. A boa notícia é que pode ajustá-la à sua medida. Para o que lhe convém. A pergunta a fazer é simples: «Como quero hoje o meu céu?» O resto é consigo. Ah, e consulte várias vezes ao dia a sua meteorologia, a da sua mente. Pelo menos antes de cada refeição principal (almoço e jantar) e uma vez no intervalo das mesmas. Antes de dormir, dedique alguns segundos e faça o balanço do dia em termos de meteorologia da mente:

1 - Que tipo de pensamentos tive hoje?
2 - Qual a qualidade dos meus pensamentos hoje?
3 - Que contribuição tiveram para o meu desenvolvimento como pessoa?
4 - Estou feliz com o resultado desta reflexão?
5 - Como quero que seja o dia de amanhã?

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Não se deixe influenciar nem distrair


O seu desenvolvimento está em primeiro lugar e ninguém, nem nada, pode impedi-lo/a. Pois, todos sabemos que está em curso uma grande mudança nas sociedades. Mas isso é o que se passa lá fora... E eu estou a falar de si, do que se passa consigo. 

Deixe-me dizer-lhe que ninguém o/a pode parar. Nada. A menos que se deixe influenciar. A menos que se deixe distrairDe resto, independentemente da família, da economia, dos políticos, do governo, da crise, do mercado, dos amigos, da empresa, do patrão, dos colegas, das instituições... E até dos boicotes que lhe possam fazer, você sempre apostar em si, no seu desenvolvimento pessoal.
Claro que poderá não ser como gostaria, mas isso acontece sempre aos ganhadores, aos que empreendem. Acredite que pode fazer. 

Agora deixo-lhe um alerta muito simples: o que é fácil fazer também é fácil não fazer. E o que não é fácil fazer é ainda mais fácil não fazer. Mas também lhe garanto que a maior parte das coisas é simples. Podem não ser fáceis, mas são simples.

Mas admita que a vida seria um bocejo constante se fosse tudo fácil... e simples. Não suportaria viver com tal pasmaceira. A vida é feita de desafios, alguns são mais apetitosos do que outros. Há actividades mais deliciosas do que outras. Mas o certo é que, sem desafio, sem um caminho, o trajecto torna-se uma seca.
O desafio está ao seu alcance. O seu desenvolvimento pessoal é prioridade e só depende de si e do ambiente que criar na sua mente. Mas esse é outro assunto para um outro post.

sábado, 13 de abril de 2013

O silêncio no coaching



Porque é que o silêncio tanto assusta? O silêncio é amigo da alma, da consciência, da reflexão. O silêncio é qualidade de vida. E começa dentro da mente do coach no processo de coaching.

Uma das maiores artes do coaching é a gestão do silêncio. Deixar o outro falar, explicar-se, expressar-se é um hot spot no processo. O espaço não tem de ser constantemente preenchido com ruído, palavras, som. Mesmo que o interlocutor se detenha... É normal, é conveniente, faz parte. O pedaço de reflexão é integrante do coaching. Esssencial.

- Ah, e quando devemos falar? Há um momento em que o silêncio se pode tornar pesado e desconfortável...

Pode, claro. Mas um verdadeiro coach, interessado no seu interlocutor, sente bem fundo quando deve intervir. E quanto menos o faça, mas abre possibilidades ao seu interlocutor. Simplesmente porque ajuda este a continuar centrado em si e nos seus objectivos, em vez de passar ao modo de absorção de sugestões.

- Sim, mas se solicitar sugestões ou esperar demasiado por algo? Deve o coach intervir?

Primeiro, o «demasiado» é uma medida abstracta. O que é «demasiado»? Segundo, se o seu interlocutor lhe solicitar sugestões ou opiniões, devolva a pergunta, devolva-lhe a bola, a reflexão e a responsabilidade. Terceiro, se houver um compasso de espera longo, espere com ele. Não se sinta obrigado a preencher o silêncio com o seu «ruído», pois se o fizer é porque a sua mente está «barulhenta»...

Estar calado é comunicar. Permite pensar, reflectir e decidir. O silêncio é ganho de consciência.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Aware meditation



It's amazing the process of decision, of choice... and behavior of each person. Take the example of a crowded place, in the centre of a city. Sit in a cafe and watch people walking around. They walk, cycle or ride, intersect with each, in different directions and disctinct speed.

Extraordinary range of decisions and choices. The huge amount of energy spent that converges, at the same time. In same and various directions... however with so distinct purpose and meaning. The centre, the crowded place, is a confluent stage of energy that conspires to satisfaction and hapiness.

Each taken direction means a point where each one can meat a piece of satisfaction or a way to reach it. Even when the direction or the place each one go are unconfortable. Excluding the discomfort each one could have on their activity, at a deep level the decision is a step to what is perceived as a higher level of satisfaction or happiness.

Look carefully and reflect... THEN ASK YOURSELF:

- What makes you happy?
- What pleases you, specificaly?
- What places give you energy?
- What people do you like to meet?

- Where are you going?
- At what speed?
- What means to you? 

- Are you happy with the directions you take?
- Are you aware of the decision you make?
- Are you satisfied with the choices you take?
- What are your choices at moment?

Answer and don't forget, don't only think, ink it

terça-feira, 12 de março de 2013

Seja justo/a consigo



«Se eu tivesse feito diferente...»
«Podia ter actuado de outra forma...» 
«Fiz mal...», «Não devia ter feito aquilo assim...»

Se estes julgamentos lhe assaltam a mente, provavelmente está a ser injusto/a consigo. Porque, na verdade, o que fez no passado era o melhor que podia ter feito e sabia no momento. Claro que eventualmente até se lembrou de alguma alternativa, mas não a utilizou porque o que achou melhor e que tinha ao dispor era o que foi e o que fez. 
E fê-lo com uma intenção positiva, para si, para resolver a situação em que se encontrava. 
Ora não lhe fica bem agora estar a criticar-se a si próprio/a, sabendo que NESTE MOMENTO tem outra visão das coisas. Tem mais saber, mais conhecimento, aprendeu com essa situação passada, tirou conclusões, tem mais experiência. Pois é, assim também você, naquele momento passado, tinha actuado de forma diferente. Se tivesse sabido o que sabe hoje.

Portanto, não cometa essa injustiça sobre si próprio/a. Antes festeje O QUE APRENDEU. Celebre o que MAIS SABE HOJE sobre essa ou essas situações passadas. Brinde ao MAIOR CONHECIMENTO que adquiriu. Enfim, DESLUMBRE-SE pela pessoa que é AGORA, uma melhor versão de si. 
Cada acontecimento é determinado pelas condições que o/a rodeiam, pelas circunstâncias e pela sua capacidade para dar resposta aos eventos que lhes chegam.

CELEBRE, POIS, A NOVA VERSÃO DE SI,
MAIS EVOLUÍDA, MAIS EXPERIENTE

sexta-feira, 1 de março de 2013

Acreditar é bom. Fazer é melhor


Se acreditar em algo, faça o necessário para que 
não tenha necessidade de continuar a acreditar. 

Acreditar em algo que não está sob o nosso controlo ou ao nosso alcance é acreditar no que não existe (de todo ou ainda) e esperar que um dia aconteça alguma coisa para nos satisfazer a crença.
Se acredita em si, que pode fazer algo no futuro, tem ao seu alcance a possibilidade de concretizar a crença e tirar dela proveito e satisfação. 
Por exemplo, você acredita que é capaz de fazer o tal curso que imaginou fazer. Muito bem. Enquanto não o fizer, ficará com a crença de que será ou seria capaz de o completar. Se nunca o fizer, essa crença ocupará um espaço precioso na sua mente e no seu potencial sem utilidade prática e concreta. Sem real proveito de satisfação, felicidade, paz e tranquilidade.

Porém, quando fizer o curso, não precisará mais de acreditar, simplesmente porque ele já existe, já lá está, no concreto. É factual. Não faz sentido acreditar em algo que já existe.

Em resumo. Se acreditar for o motor para concretizar, o sucesso estará ao seu alcance. Se acreditar for para si um modo de vida e uma questão de necessidade, então ficará para sempre amarrado à crença, acreditando que alguma coisa acontecerá à sua volta e a seu favor. Poderá ficar assim meses ou anos, algemado/a à necessidade de acreditar, porque não actua, não concretiza, não completa.

Portanto, não creia só, FAÇA. Visualise, Acredite e FAÇA...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Coaching, o caminho para a mudança


Diana tem 37 anos e um dia encontrou um coach. Disse-lhe que queria mudar de vida e perguntou-lhe como podia ela mudar a situação. O coach, a quem ela chamou de «mestre», convidou-a a procurar a resposta dentro de si e não nele. Mas ela resistiu à ideia e insistiu em querer a resposta de como mudar a situação, a economia, o governo, o regime, a crise, a política, a empresa, os colegas e o chefe.

O coach perguntou-lhe como queria ela mudar a SUA situação, mas Diana insistiu em mudar a situação primeiro. E de pergunta em pergunta, Diana, a princípio tensa, foi descobrindo as respostas, as SUAS respostas. Estranhou o «mestre» por este não emitir opiniões nem julgamentos e por os conceitos de «bom» ou «mau» estarem ausentes na conversa, bem como os conselhos e as advertências. Mas a estranheza transformou-se em CONSCIÊNCIA e esta em APRENDIZAGEM e esta em CONFIANÇA.

E, por fim, Diana conheceu a SATISFAÇÃO, descobriu a sua FORÇA, CRIATIVIDADE e RECURSOS. Traçou o seu novo caminho, estabeleceu metas à SUA medida e atingiu o que queria: MUDOU A SUA SITUAÇÃO e assim encontrou PROPÓSITO e SIGNIFICADO na sua vida.

A GRANDE DESCOBERTA DE DIANA:
Antes de pensar em mudar a situação, ela mudou a SUA situação

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O coaching é uma arte não intrusiva, não sugestiva e não conselheira. O coach domina a estrutura da pergunta, trazendo consigo sensibilidade e entrega. O importante da pergunta é o que está por detrás da pergunta e esse bastidor Diana descobriu, porque a resposta estava dentro de si para que a encontrasse.
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Alguma vez pensou que a resposta para todas as suas questões estão consigo, só que ainda não deu por ela? Provavelmente, nem quer acreditar nisso...
Depois não resiste àquela facilidade de aceitar opiniões, sugestões e conselhos de familiares, amigos e conhecidos e rapidamente se convence de que, se serve aos outros, é adequado para si. E assim vai saltando de sugestão em sugestão, de conselho em conselho, de opinião em opinião, experimentando formatos alheios.

COACHING, the better way to change, learning from the inside out

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A armadilha do cepticismo


A vida de um céptico tem o tamanho do seu cepticismo. A sua dimensão é tanto mais pequena quanto queira, movido pela cegueira caprichosa de um auto-elogio: 

Eu sou um céptico

O peso desta declaração começa na primeira metade da frase, «Eu sou...», que é a assunção de uma identidade... Porém, é na segunda metade que se aloja toda a carga: «... um céptico». É aqui que a vida encolhe e empobrece.
O céptico assumido e orgulhoso confina-se a um espaço reduzido, porque não disponível para experimentar algo diferente, está antes fechado às possibilidades, reduz-se nas oportunidades, na descoberta, na novidade.
Do alto da sua limitação, o auto-assumido e orgulhoso céptico contrai-se no seu pequeno mundo de certezas constantes e imutáveis que o mantêm adormecido e estático.
O universo presenteia as possibilidades, as oportunidades, a novidade, a descoberta, a exploração, a curiosidade e a mente aberta

Não deixe invadir-se pelo cepticismo, permita-se ir mais longe... 
Descubra, investigue, avance, pergunte. DUVIDE, mas EXPERIMENTE

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Quando eu QUERO...



Faz muita diferença. É essencial. É a relíquia principal. O maior bem: «EU QUERO».
Quando eu QUERO, produzo muito mais do que quando eu DEVO OU TENHO DE... O meu desempenho é substancialmente melhor quando eu QUERO do que quanto DEVO ou TENHO DE…
Quando eu QUERO, é para mim, quando eu DEVO ou TENHO DE… é em relação a outros.

Atingir OBJECTIVOS na vida depende do EU QUERO. Quando tal acontece, você empenha-se, você empreende, você focaliza, você automotiva-se, e chega onde QUER. Agora se quer atingir objectivos porque DEVE ou TEM DE… é porque o faz tendo em conta factores exteriores a si, família, empresa, amigos, etc. E aí, haverá POBREZA no empenho, no empreendimento, na focalização, na motivação. Neste caso, afinal, não se QUER, apenas de DEVE ou TEM DE…

Quando definir objectivos na sua vida, de qualquer tipo, faça a si a seguinte pergunta:
O QUE É QUE EU QUERO EXACTAMENTE?

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mudar a situação...



«Quando tu mudares, tudo mudará à tua volta, pois vais atrair situações, pessoas e realidades novas para a tua vida»

- Mestre, que posso eu fazer para mudar a situação?
- Jovem, em vez de mudares a situação, muda antes a tua situação.
- Mas se eu mudar a minha situação, não muda a situação, mestre...
- Tu não mudarás nada a não ser que te mudes a ti primeiro...
- Isso é estranho. Se a situação está mal, tem de ser mudada, não acha, mestre?
- Claro que acho. Se a situação está mal é porque a tua situação e a de muitos como tu não está boa. Como queres mudar a situação dos outros se não mudas a tua?
- E qual é a garantia que tenho que se mudar a minha situação, a situação mudará também, mestre?
- Garantia nenhuma. Não há garantias. A única que podes dar a ti própria é mudares tu, pois aí tudo depende da tua vontade, das tuas acções, do teu comportamento. Tens tudo ao teu alcance.
- E?...
- E o quê?
- ... E a situação mudará, mestre?...
- Jovem, estás muito fixada na mudança da situação dos outros e à tua volta e menos na tua situação. Queres garantias de mudança do que te rodeia, mas não te dás a ti mesma garantia alguma na tua mudança.
- Mas mestre, é preciso que a situação mude, não é? De que vale eu mudar se a situação não muda? Por isso estou aqui a perguntar-lhe.
- Jovem, tu ainda não entendeste... Quando tu mudares, tudo mudará à tua volta, pois vais atrair situações, pessoas e realidades novas para a tua vida. E dessa forma o teu contexto alterar-se-á para o que desejas. Depois de o fazeres tu própria, pode ser que consigas influenciar as pessoas e a situação que te rodeia...

Comece sempre por si e os «milagres» acontecerão