terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Coaching, o caminho para a mudança


Diana tem 37 anos e um dia encontrou um coach. Disse-lhe que queria mudar de vida e perguntou-lhe como podia ela mudar a situação. O coach, a quem ela chamou de «mestre», convidou-a a procurar a resposta dentro de si e não nele. Mas ela resistiu à ideia e insistiu em querer a resposta de como mudar a situação, a economia, o governo, o regime, a crise, a política, a empresa, os colegas e o chefe.

O coach perguntou-lhe como queria ela mudar a SUA situação, mas Diana insistiu em mudar a situação primeiro. E de pergunta em pergunta, Diana, a princípio tensa, foi descobrindo as respostas, as SUAS respostas. Estranhou o «mestre» por este não emitir opiniões nem julgamentos e por os conceitos de «bom» ou «mau» estarem ausentes na conversa, bem como os conselhos e as advertências. Mas a estranheza transformou-se em CONSCIÊNCIA e esta em APRENDIZAGEM e esta em CONFIANÇA.

E, por fim, Diana conheceu a SATISFAÇÃO, descobriu a sua FORÇA, CRIATIVIDADE e RECURSOS. Traçou o seu novo caminho, estabeleceu metas à SUA medida e atingiu o que queria: MUDOU A SUA SITUAÇÃO e assim encontrou PROPÓSITO e SIGNIFICADO na sua vida.

A GRANDE DESCOBERTA DE DIANA:
Antes de pensar em mudar a situação, ela mudou a SUA situação

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O coaching é uma arte não intrusiva, não sugestiva e não conselheira. O coach domina a estrutura da pergunta, trazendo consigo sensibilidade e entrega. O importante da pergunta é o que está por detrás da pergunta e esse bastidor Diana descobriu, porque a resposta estava dentro de si para que a encontrasse.
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Alguma vez pensou que a resposta para todas as suas questões estão consigo, só que ainda não deu por ela? Provavelmente, nem quer acreditar nisso...
Depois não resiste àquela facilidade de aceitar opiniões, sugestões e conselhos de familiares, amigos e conhecidos e rapidamente se convence de que, se serve aos outros, é adequado para si. E assim vai saltando de sugestão em sugestão, de conselho em conselho, de opinião em opinião, experimentando formatos alheios.

COACHING, the better way to change, learning from the inside out

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A armadilha do cepticismo


A vida de um céptico tem o tamanho do seu cepticismo. A sua dimensão é tanto mais pequena quanto queira, movido pela cegueira caprichosa de um auto-elogio: 

Eu sou um céptico

O peso desta declaração começa na primeira metade da frase, «Eu sou...», que é a assunção de uma identidade... Porém, é na segunda metade que se aloja toda a carga: «... um céptico». É aqui que a vida encolhe e empobrece.
O céptico assumido e orgulhoso confina-se a um espaço reduzido, porque não disponível para experimentar algo diferente, está antes fechado às possibilidades, reduz-se nas oportunidades, na descoberta, na novidade.
Do alto da sua limitação, o auto-assumido e orgulhoso céptico contrai-se no seu pequeno mundo de certezas constantes e imutáveis que o mantêm adormecido e estático.
O universo presenteia as possibilidades, as oportunidades, a novidade, a descoberta, a exploração, a curiosidade e a mente aberta

Não deixe invadir-se pelo cepticismo, permita-se ir mais longe... 
Descubra, investigue, avance, pergunte. DUVIDE, mas EXPERIMENTE

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Quando eu QUERO...



Faz muita diferença. É essencial. É a relíquia principal. O maior bem: «EU QUERO».
Quando eu QUERO, produzo muito mais do que quando eu DEVO OU TENHO DE... O meu desempenho é substancialmente melhor quando eu QUERO do que quanto DEVO ou TENHO DE…
Quando eu QUERO, é para mim, quando eu DEVO ou TENHO DE… é em relação a outros.

Atingir OBJECTIVOS na vida depende do EU QUERO. Quando tal acontece, você empenha-se, você empreende, você focaliza, você automotiva-se, e chega onde QUER. Agora se quer atingir objectivos porque DEVE ou TEM DE… é porque o faz tendo em conta factores exteriores a si, família, empresa, amigos, etc. E aí, haverá POBREZA no empenho, no empreendimento, na focalização, na motivação. Neste caso, afinal, não se QUER, apenas de DEVE ou TEM DE…

Quando definir objectivos na sua vida, de qualquer tipo, faça a si a seguinte pergunta:
O QUE É QUE EU QUERO EXACTAMENTE?