sábado, 11 de maio de 2013

Os «3 Quês»


Mudar de Quê para Quê e com Quê
Falar de mudança hoje é cliché. É um tema vulgar e cansativo. Sobretudo quando não se sabe o que é, como se faz e para onde se vai. E a pergunta é sempre a mesma: «Sim, percebe-se que tem de haver mudança, mas de quê para quê e com quê?»
As nossas condições de vida alteraram-se e a mudança avizinha-se. Mas ela é feita de conteúdos. Digamos que o conteúdo que colocámos nestes recipientes, Portugal, organizações, instituições, associações, clubes, etc., deverão agora ser outros. O problema não é o do recipiente, mas sim o do conteúdo
Por exemplo, se quer mudar de vida, não basta mudar de casa. Não basta mudar o recipiente. Tem de mudar o conteúdo. E o conteúdo é o que tem dentro de si. Hábitos, conhecimento, percepções, competências, formas de se relacionar, entender o mundo, convicções, crenças, valores, etc.

Pois é... Que certeza tem que o seu conteúdo seria ou será o conveniente para mudar de vida efectivamente? Se fosse, poderia fazer algo diferente no mesmo recipiente, ou não? Precisaria de ir para outro planeta?
Afinal, depende de quê? do recipiente ou do conteúdo? Se for do recipiente, está a fazer depender a sua mudança de factores externos. Se for do conteúdo, sabe que está sob controlo e é responsável pelos resultados que obtém. 

E agora? De que lado se faz a mudança? No conteúdo ou no recipiente? O que conta mais? Quer fazer a mudança com Quê?