domingo, 27 de outubro de 2013

A resolução está sempre na pergunta

A pergunta é a maior das soluções para quase tudo na vida. Para tomar decisões, fazer escolhas, traçar objectivos, resolver problemas, bloqueios, dilemas. Tudo começa com uma pergunta, depois outra e outra e outra... E logo as respostas surgem, abrindo possibilidades, caminhos e soluções.

PORQUÊ? As perguntas levam-nos às respostas, a olhar para dentro de nós, para os nossos recursos, para as possibilidades, para as soluções. 
Se quer a resposta ou a resolução do assunto em mãos, procure fazer-se perguntas a si próprio ou alguém que as faça a si.

Sugestões, conselhos ou dicas só aprofundam o problema ou arranjam outros. Ouça, mas logo depois formule perguntas. 

- O que quer alcançar, exactamente? (estado desejado)
- O que significa para si? (o que lhe traz, o que ganha com isso?)
- Como pode alcançar o que quer? (possibilidades)
- Como vai fazê-lo especificamente? (que passos? O quê? quantas etapas?)
- Onde, concretamente? (lugar, o sítio, a região?)
- Com quem? (sozinho/a? Acompanhado/a?)
- Quem vai ajudá-lo/a atingir o objectivo? (quem o/a apoia? O/a encoraja? O/a motiva?)
- Quando, exactamente? (data. O mês, semana, dia)
- Como vai certificar-se de que vai cumprir? (quão forte é o compromisso consigo próprio/a?) 
- A quem vai dar feedback? (assume compromisso com alguém para se ajudar a si mesmo/a)

As soluções estão nas perguntas. São elas que, mais rápido ou mais lentamente, levam às respostas, à resolução.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Passos para viver melhor

O que fazer? Como fazer? Porque será que não estou a conseguir o que quero e o que gosto? Qual a causa? A resposta aqui é simples e curta: «VOCÊ»
Passos simples e transformadores para melhorar a qualidade de vida são possíveis desde que se permita experimentar. Dê uma oportunidade a si mesmo/a para o fazer. Relaxe e desfrute.

1 - Assuma a responsabilidade dos seus pensamentos, sentimentos, das suas acções e linguagem. A mudança depende disso. O que pensa e sente é produzido por si, não pelo que vê ou vivencia.

2 - Não confunda as suas convicções com a verdade das coisas, da vida, dos factos. Se mudar as suas convicções, a «verdade» será sempre outra. Mantenha isso em mente.

3 - Comece a observar em vez de interpretar. Observar é registar o que vê, sente e pensa. É apenas assumir-se como testemunha sem classificar seja o que for de bom ou mau, etc. Interpretar é entregar-se a juízos de valor e fazer associações e comparações.

4 - Pense e sinta o que quer e não o que não quer. Centre-se sobretudo no que pretende atingir e até onde pretende ir. Não se fixe referencialmente no que não quer.

5 - Torne-se consciente do seu inconsciente. Ou seja, repare no que diz, pensa e sente de forma automática. Assuma que as suas palavras não são os acontecimentos que descrevem, são sim a sua interpretação da realidade. O seu mapa mental não é o território da realidade. Duas, três ou mais pessoas podem ter vários mapas do mesmo acontecimento.

6 - Seja flexível de forma a obter o que quer e deseja. Mude o que tiver de ser mudado, de acordo com os seus princípios e valores. Não fique preso/a a uma só versão. Pelo contrário, construa uma melhor versão de si mesmo/a.

7 - Não lute contra seja o que for. Aja com, aceite e siga em frente. Se não aceitar a existência do que lhe é desconfortável ou irritante, é porque está focalizado/a no que não quer. E aí terá cada vez mais disso mesmo. Aceitar não é resignar-se, é sim, respeitar a existência do outro lado e seguir o seu próprio caminho, em termos físicos e emocionais. Não tente mudar o outro, não lute, não vá contra. Faça o que tem a fazer... por si e consigo.

EXPERIMENTE. VOCÊ SERÁ SEMPRE RESPONSÁVEL. SE NÃO QUISER, NÃO SE QUEIXE