quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A great example of management in Portugal


Today, I've heard the news about Jerónimo Martins, the owner of Pingo Doce supermarkets and one of the most richest men in Portugal.
There was a kind of huge excitment about the fact Jerónimo decided to transfer the headquarters from Portugal to Netherlands, where taxes are much lower and also where it is easier to expand business, and also where the average of corruption are dramaticaly lower.

Apparently, a major part of people think that is wrong, because is a sign of anti patriotism and so on. But the brutal truth is the real anti patriot people are portuguese polititians whose behavior for decades has been the betrayal of the country and to all fellow.
Jerónimo Martins, Chairman
Therefore, I congratulate Jerónimo Martins for the courage of refusing to work, inovate and create value only to sustain a rotten system, paying taxes for nothing but to feed criminals that run the country.

Mr. Jerónimo, you have my respect. You inspire me, you are a great example of management and a great portuguese, respected all over the world. Good luck for you and your business. I will always be happy to do my shopping at Pingo Doce supermarkets.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Da pata de coelho ao santinho... A sorte espreita


Os amuletos são objectos tramados. As pessoas usam-nos e a maior parte das vezes, nada. Não acontece o que se quer. Afinal, o amuleto não funciona. Muda-se de amuleto. Para uma pata de coelho, um santinho, uma ferradura, uma pedrinha. Pois é. Nada. Estão todos estragados. E então? Não prestam. É tudo uma mentira...

Um dia destes, pus-me a imaginar uma conversa entre um amuleto e o seu dono. Então o tipo põe-se a apelar à pata de coelho que quer ganhar o jogo e conta com a sua ajuda. E a pata a fazer-se de surda. Não responde, nada diz. Mas o indivíduo acredita na pata e descansa, relaxa. Está protegido, pensa.
No dia do jogo, lá se equipa e entra em campo levando o objecto da sua confiança, a pata. Uma hora depois descobre que a pata não funcionou. Perdeu o jogo. E diz para a pata de coelho «vou-te empandeirar, vou arranjar um santinho ou uma ferradura porque tu não me dás sorte».

Mas aí a pata revolta-se pela promessa de separação e desprezo. E começa a falar: «Ouve lá, pá!! Que é que tu queres? Queres ganhar jogos, é?» O tipo, perplexo pela revolta do objecto antes inanimado, responde-lhe apressadamente, «claro, é por isso que ando sempre contigo, pensavas o quê?»

Mas aí a pata enerva-se à séria e responde à letra: «Ó pazinho! Vê lá se te enxergas. 'Tás para aí a dizer mal de mim, o que é que esperas? Por mim, podes ir para o santinho, para a pedra, para a ferradura... Vai para onde quiseres. Garanto-te que não vais ganhar jogo nenhum. Não te vai sair o euromilhões, não vais subir lá no trabalho, não vais passar nos exames... Ouviste bem, não ouviste?»

E o tipo, revoltado, responde, já com os músculos faciais contraídos: «Ai é? Falas assim pra mim, miserável? Afinal eu comprei-te para me dares sorte e tu afinal andas-me a dar azar... Tenho tido só 'caroços' na minha vida. Tu não prestas é o que é, e eu vou-te trocar...»

Mas a pata de coelho não se impressiona e dispara: «Ouve lá, ó cabeça dura! És estúpido ou fazes-te? Olha lá, tu não treinas, só comes, lanças-te aos doces, passas horas sentado e depois queres ganhar jogos a tipos que treinam todos os dias?
Não estudas nada, não te concentras, não te preparas para os testes e depois queres que eu te passe? Só eu é que trabalho, é? Vê lá se fazes alguma coisa, pá!!
Não preenches o talão do euromilhões e queres ganhar? Vê lá se te mexes, pá, em vez de andares a dizer mal de mim e a lamentar-te.
O teu chefe ameaça-te, 'tás arrumado no trabalho e queres que eu te dê sorte contigo a chegar tarde, a fazer o mínimo possível e ainda por cima mal. Que é que tu queres, afinal? Faz-te à vida, pá! Eu só faço alguma coisa se tu fizeres primeiro. Tu andas a brincar e queres que eu trabalhe sem condições?»

O tipo estava perplexo: «Mas estás-me a tratar mal? Eu é que estou à perna com a minha vida toda, é o que é. E tu ainda me desancas... Afinal, para que serves? Nem para me fazer sentir bem...»

E a pata não perde tempo: «Eu desanco-te porque me tratas como se eu fosse tua escrava. Não me respeitas. Nem a ti te respeitas, como podias respeitar-me a mim? Só estás comigo por puro interesse. E depois de tudo o que tens feito mal ou não tens feito sequer, ainda queres que eu te faça sentir bem? Olha, isso só depende de ti, pá. Não venhas procurar estados de espírito em objectos externos. Eu só posso fazer o meu trabalho se tu fizeres o teu.
Olha, faz-me um favor, deita-me fora ou dá-me a alguém que faça alguma coisa e que trabalhe. Gosto é de donos que me dêem gozo de lhes dar sorte. Dos que olham para mim e que empreendem e me levam à luta com eles, me transpiram, me usam. Não quero donos como tu, que ficam só à espera que aconteça sem fazer acontecer. Portanto, tenho o maior gosto que me deites fora ou me dês a outro.»

E assim aconteceu. O até ali dono da pata de coelho, enraivecido com as palavras do amuleto, arremessou-o para longe de si e acelerou o passo, pensativo. Não mais olhou para trás e também não viu quem achou a pata e venceu com ela...

domingo, 1 de janeiro de 2012

The Fear effect



Fear plays an important role in human being lives and society. It affects people, groups, organizations, countries, preventing from achieving goals. Moreover, fear fosters stress, anxiety and depression feelings. It is a great tool of power in order to take control over people.
But the good news is it’s possible to control our fears. It depends mainly of how we manage our emotions. Our body will thank for that. Let’s see the effects of fear in our system, described by professor Richard Boyatzis (Journal of Management Development):

«Arousal of a fear stimulates neural circuitry, starting in the amygdale and emanating with dominant activity in the right versus the left prefrontal cortex. At the same time, it promotes activation of the Sympathetic Nervous System, creating a set of neural and endocrine processes that stimulate negative or defensive emotions, resulting in a likely shift in perceptions of the environment as more threatening (or merely anticipating that future events will be more threatening). This results in defensive or hostile actions that typically result in a person’s withdrawing or inhibiting new thoughts and alternative ways to approach a situation.
Instead of moving forward, toward a desired future or condition, the person moves away from and protects himself/herself from threatening aspects of the present or future (…).
Arousal of fear or avoidance motives engage the Negative Emotional attractor with its impact on the person defending himself/herself or being forced to contemplate adaptation not previously considered.»

Your health depends on your reality perceptions and on your emotions. If fear is something that can be controlled it’s because it comes from inside, although you think it comes from outside. So, there’s only a way to prevent fear from your life. Activate your Parasympathetic Nervous System by creating your personal will, your ideal self, your own possibilities by igniting your dreams, hope, optimism and positive expectations. Start to train now.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Seguir em frente com a mudança, em 3 passos


«Não se pode gerir a mudança, só se pode seguir em frente com ela», Peter Drucker

A mudança já lá está. Sempre. Antes já lá estava. Querer geri-la é pura ilusão, pois a única coisa que pode gerir é a forma como se adapta, como se reinventa e a que velocidade. Portanto:

1 - Reflicta sobre a sua experiência de vida e de trabalho. Avalie e enumere o que sabe fazer e em que áreas. O que já aprendeu em termos de habilidades e competências. E o capital que adquiriu no relacionamento com outras pessoas e empresas. Dê-se a conhecer utilizando todo esse capital com critério.

2 - Publique, mostre-se, anuncie-se, comprometa-se. Construa um blogue, crie uma página de Facebook, de Twitter, mas faça-o de forma a seguir os seus interesses, não reduzindo estas páginas a banalidades e interacções do quotidiano comum. Através destes suportes, divulgue-se.

3 - O que pode fazer de original? Algum produto? Oferecer algum serviço? O que pode vender? Se não sabe o quê, pelo menos equacione essa situação. A causa-efeito não é uma lei imediata e infalível, mas produz os seus resultados em si, na medida em que contribui para o seu desenvolvimento, e pode surtir efeito na realidade exterior.

Anote, empreenda e actue. Passe à acção, faça algo. Lembre-se pensar, decidir, tentar, debater ou comentar não é fazer.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Preparar a mudança, em 3 passos


A mudança já lá está. Não tem de inventá-la, pois ela já existe. Bom, preparar-se, treinar e estar atento/a são requisitos básicos de sobrevivência. Uma regra de vida.
Preparar não é mais do que uma questão de prevenção. Sabendo que há coisas que não estão sob o seu controlo, será sensato adoptar alguns comportamentos que possam minimizar impactes.

1 - Providenciar um pé-de-meia. Uma reserva financeira que lhe dê para viver, pelo menos, seis meses.

2 - Poder ajustar os custos fixos a um nível gerível. Imagine que, de um momento para o outro, tem de reduzir despesas. Deve estar em condições de o fazer no imediato. Se tiver muitos créditos, a tarefa é complexa e demorada. De outro modo, outras actividades são reduzíveis no momento, como, por exemplo, a mensalidade do ginásio, o aluguer da garagem, jantar fora, passeios de automóvel. Se tem casa própria adquirida por empréstimo, é bom que tenha alternativas, como alargar o prazo.

3 - Estudar. Sobretudo, invista em formação. Em diversas áreas do seu interesse, tendo em conta o que poderá acrescentar de valor para o mercado de trabalho. Lembre-se que o mercado de trabalho são as pessoas. Você deve acrescentar valor ao mercado. Leve o seu valor, não a sua necessidade.

São três passos simples de seguir e que podem fazer a diferença no momento-chave, minimizando o impacte do stress que é uma brusca viragem na vida.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lidar com a mudança constante, em 3 passos

«À pergunta "preferia trabalhar para a mudança ou apenas queixar-se?", 81% dos inquiridos responderam, "Tenho mesmo de escolher? Isto é difícil ."

Esqueça o «As pessoas têm de mudar» ou «As organizações têm de estar preparadas para a mudança». É cliché, é o pronto-a-dizer.

Bom, a mudança já lá está. Já existe. Você não tem de inventar nada. Os tempos são outros. A tecnologia, a abertura das fronteiras e a deslocação rápida de capitais são três factores essenciais que levam à brutal aceleração dos acontecimentos. Portanto, o primeiro ponto é tomar consciência disso e aceitar esta realidade. Está fora do seu controlo, tire daí o sentido.

O segundo ponto é abrir-se ao desafio e passar à acção. Não lamente. Faça algo. E fazer algo não é pensar, não é tentar, não é decidir, não é debater. Fazer é acção. Siga a sua intuição e actue em conformidade com ela e com a envolvente. Não resista, não negue. Siga o princípio do provérbio índio: «Quando o vento é forte, a árvore tem de se dobrar, senão é arrancada pelas raízes.»

O terceiro e último ponto é ter sempre, no mínimo, três projectos. Mantenha 3 objectivos a rolar ao mesmo tempo. Se por acaso um falhar tem sempre os outros dois. Se um falhar, substitua-o logo por outro. Se tiver só um projecto, um objectivo, e se por alguma razão circunstancial ele não puder ser atingido, vai ficar com a sensação de vazio e um sentimento de perda muito grande.

Em resumo: Compreender e aceitar; Passar à acção; Três projectos em agenda

sábado, 10 de dezembro de 2011

Go to other planet with what?


Hope. Finally, we have a new planet to go to. Soon, some human beings will be able to travel to other planet and start from scratch. At least, this is the main idea. And all this because this planet, our earth, is unbearable, impossible. It's difficult to live here. We've done many things wrong, we destroyed much of the best things the planet had. And, worse than that, we are not able to solve that.

But, what do we have to take to the new planet? Is there something new? Notice, in the new planet, there's nothing. What means we'll be as architects of a new way of life. And this is here I have a question. What kind of things do we have now to put in that far distant new planet?
I guess much of that we cultivated here, on earth. What we've built, what we've learn, what we've thought, our knowledge, our soul.

No doubt this idea of a new planet, even for a few people, seems attractive. Romantic. A new world, with less imperfections than ours. Finally, we've learn everything and we're going to build a new type of life, a perfect society. wow. Awesome.

And this is here I have another question. Can we leave here most of our DNA? Our greed, our envy, our hunger of power, our excessive ambition, our hunger of money. Can we really don't pack this kind of luggage in order to start again?