sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Social intelligence and leadership


The conclusion is simple: The majority of people in charge of something are not leaders. They are only managers. Leadership is not giving orders, is not demanding. It is all about influence and developing others. But to influence people, leaders have to work on themselves.

Daniel Goleman says that social intelligence has a dramatic role in leadership performance. Here you are the skills you need to develop in order to improve your leadership performance:

Empathy – Understand what motivates other people, even those from different backgrounds? Are you sensitive to their needs?
Attunement – Listen attentively and think about how others feel? Are you attuned to others’ moods?
Organizational Awareness – Appreciate your group’s or organization’s culture and values? Understand social networks and know their unspoken norms?
Influence – Persuade others by engaging them in discussion, appealing to their interests, and getting support from key people?
Developing others – Coach and mentoring and provide feedback that people find helpful for their professional development?
Inspiration – Articulate a compelling vision, build group pride, foster a positive emotional tone, and lead by bringing out the best in people?
Teamwork – Encourage the participation of everyone on your team, support all members, and foster cooperation?

Are you aware of all this areas in your work life? Start doing
something to improve your skills. It’s all about training.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A great book writen by great people

I've bought recently this book. Masters of Success. This is a compilation of small texts about success. Vivid experiences from achievers who overcome huge dificulties in life, but that trusted, persisted and achieved a great balance for them.

What success is can vary from each person. But certainly is not money. Beyond money there are much more in a profound level. Significance, purpose, learning opportunities, satisfaction, family and love are some of the parts success can be made. Money comes after, is a consequence of all our background, starting from within.

Most people think this type of words are a little bit esoteric, but the truth is we have to work on our awareness, looking attentively to inside, what we feel, how we behave, how we think, how we decide, how we interpet reality, etc.

Masters of Success is a great book that you don't need to read at once. Take your time, slowly, let the seeds grow within you.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

The three WHYS



First why is Why Not? Second is Why Not You? Third, Why Not Now?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A satisfação é respeito e auto-estima

Ainda a satisfação no trabalho. Pois bem, se em vez de observar, optar por perguntar, uma grande maioria de pessoas vão enumerar um sem-número de situações tóxicas no seu local de trabalho e recordarão possivelmente alguns momentos de satisfação ocasionais por que passaram.

Que significado a retirar? Representa a própria relação que cada um tem com ele próprio. Na medida em que damos valor a nós próprios, ao nosso tempo e à nossa vida, não nos devemos permitir trabalhar num estado de stress e de toxicidade organizacional. A satisfação de cada momento torna-se tanto mais importante quanto nos valorizamos. Uma prioridade.

O primeiro passo para o desenvolvimento da qualidade do nosso trabalho em termos de satisfação é ficar mais consciente, não ignorando como nos sentimos a trabalhar. Costumamos ignorar o nosso estado na medida em que não nos apercebemos o quanto a satisfação pode contribuir para a excelência.

A satisfação com que trabalhamos é um dos parâmetros
do respeito que temos por nós, pelo nosso tempo e pela nossa vida

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O fim do lado puritano do trabalho

«Arranje um trabalho de que gosta e nunca
mais terá de trabalhar mais na vida.»
Confúcio


Por aqui neste mundo ainda se considera que tudo o que é trabalho tem de ser uma coisa muito séria e não é para agradar. É para se fazer. É uma luta. Repare nas pessoas à sua volta de manhã, nos transportes, na rua, e verá que a maioria leva consigo uma expressão pesada, de «funeral». Vão para o trabalho.

Há duas tradições históricas por detrás desta ideia decrépita:

- A tradição puritana, a variação protestante desenvolvida nos finais do século XVI em Inglaterra: O trabalho é coisa séria e não é ser um gozo. A vida é dura e deve ser levada com frugalidade, disciplina, rigor e muito trabalho árduo. Só assim é possível alcançar a salvação.

- A tradição feudalista: Cuja noção é que as pessoas que trabalham pertencem ao empregador. Os empregadores, ou melhor, os senhores feudais disponibilizavam aos trabalhadores os meios de sobrevivência.

Estas duas tradições impregnaram ainda a era industrial, mas agora, em plena era tecnológica, tradições como estas não resistem. No estertor, dão os últimos sinais da sua condição austera recorrendo à velha fórmula: o MEDO.
O formato comando-e-controlo puritanista e feudalista está a ser substituído por sistemas que permitem um grande nível de participação e decisão. É sabido que cada vez mais são as pessoas que controlam a produtividade e o valor das suas empresas e não podem ficar afastadas da equação. As pessoas já não trabalham só para sobreviver, mas sim para atingir um propósito e um significado.

A satisfação no trabalho vai passar
a ser uma CONSEQUÊNCIA em vez de uma DÁDIVA divina

domingo, 22 de janeiro de 2012

III - O Cérebro Visual - «O que quero na minha vida?»

O cérebro visual, também chamado de neocórtex, que comporta já os hemisférios (esquerdo e direito), é único e tipicamente humano. O seu funcionamento básico é produzir imagens internas. Não é possível pensar no futuro ou no passado sem produzir imagens, sons ou sensações.

Quando reagimos ao medo, produzimos uma imagem da situação e da sua consequência e passamos o tempo a falar da forma como evitar os cenários que criamos e desenvolvemos. Quando fazemos isso, uma grande parte da energia do nosso cérebro é usada a processar o medo.

Ora se fizer imagens do que quer evitar ou não quer de todo é talvez a forma mais eficaz de se impedir de atingir os seus objectivos. E o que acontece quando constrói imagens do que quer atrair? O que é que acontece quando faz perguntas que comprometem e envolvem os seu cérebro visual positivo?

O que quero para a minha vida?

As perguntas comprometem o seu cérebro visual

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

II - O Cérebro de Mamífero - «Estás comigo?»


O cérebro de mamífero é definido como o emocional, social ou límbico e reflecte os diversos sentimentos: Ira, alegria, angústia, temor, surpresa, etc.
Os mamíferos adoram comunicar, sendo a forma que têm para assegurar um lugar no grupo. O problema é que comunicação sem um compromisso claro para produzir resultados assume apenas duas formas: a de Queixa ou a de Mexerico.
- A Queixa e a Acusação é falar sobre o que não funciona sem um compromisso pessoal para o resolver.
- O Mexerico é falar negativamente sobre alguém sem um compromisso pessoal para o apoiar.

Talk – contract = gossip (mexerico)

No campo organizacional, a Queixa e o Mexerico aniquilam a perspectiva de mudança. Grande parte das pessoas hoje não está empenhada nem comprometida com o trabalho nem com a própria vida. Vivendo o dia-a-dia descomprometido/a, apenas gastando energia para evitar a dor ou as consequências negativas não conduz ao desenvolvimento da organização. Assim, como posso comprometer-me ou comprometer a minha equipa?

>> Visualizando o futuro para onde nos queremos dirigir <<