A vida de um céptico tem o tamanho do seu cepticismo. A sua dimensão é tanto mais pequena quanto queira, movido pela cegueira caprichosa de um auto-elogio:
Eu sou um céptico
O peso desta declaração começa na primeira metade da frase, «Eu sou...», que é a assunção de uma identidade... Porém, é na segunda metade que se aloja toda a carga: «... um céptico». É aqui que a vida encolhe e empobrece.
O céptico assumido e orgulhoso confina-se a um espaço reduzido, porque não disponível para experimentar algo diferente, está antes fechado às possibilidades, reduz-se nas oportunidades, na descoberta, na novidade.
Do alto da sua limitação, o auto-assumido e orgulhoso céptico contrai-se no seu pequeno mundo de certezas constantes e imutáveis que o mantêm adormecido e estático.
O universo presenteia as possibilidades, as oportunidades, a novidade, a descoberta, a exploração, a curiosidade e a mente aberta.
Não deixe invadir-se pelo cepticismo, permita-se ir mais longe...
Descubra, investigue, avance, pergunte. DUVIDE, mas EXPERIMENTE
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