O coaching é a arte de colocar
o foco genuíno em outra pessoa
A confusão sobre a actividade de coaching é que se prefere chamar-se-lhe de consultoria pessoal. Mas de consultor tem nada, porque o coach não dá sugestões nem manifesta juízos de valor.
É necessária preparação e integração. Não basta aprender e saber a estrutura e o objectivo. Não basta assimilar, estudar, fixar. O processo é talvez o mais importante, porque o coach é profissional no processo e não no resultado. Coaching é mais autoconhecimento.
Coaching é manter o foco total no outro, sendo que todo o trabalho é feito com a experiência da outra pessoa e não na sua experiência.
Para calar a boca e não produzir julgamentos, opiniões ou juízos de valor é necessário preparação, integração, treino, humildade e foco genuíno na outra pessoa.
- Se o coach fala muito, então não é coach e sim talvez conselheiro
- Se o coach interrompe o cliente, então não é coach
- Se o coach sugere, então não é coach, mas sim consultor ou mentor
- Se o coach não olha nos olhos, então não é coach
- Se o coach manifesta juízos de valor, então não é coach
Bem-vindo ao desenvolvimento pessoal e à actividade

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