Directo à questão: Quem quer o poder é provavelmente o indivíduo menos equipado para exercer funções de liderança. Os líderes são líderes não por se candidatarem a líderes, mas sim porque têm características próprias de carisma e capacidade de realização.
Bill Gates (Microsoft), Steve Jobs (Apple), Albert Einstein (cientista), Mark Zuckerberg (Facebook), Stephen Hawking (cientista) e tantos outros não foram candidatos ao poder. Pelo contrário, afirmaram o seu poder pelo que criaram, pelo que fizeram e pelo seu magnetismo pessoal.
O poder de influenciar, de dar o exemplo, de inspirar. Sem coerção, sem espalhafato, sem exercício de vaidade. Quantos candidatos ao poder realizam tanto como os verdadeiros líderes, que nem precisam de candidatar-se seja ao que for?
O poder de influenciar, de dar o exemplo, de inspirar. Sem coerção, sem espalhafato, sem exercício de vaidade. Quantos candidatos ao poder realizam tanto como os verdadeiros líderes, que nem precisam de candidatar-se seja ao que for?
Ah, sim, é preciso um atributo essencial: IDENTIDADE. Afirmar a sua própria identidade pode ser ofensivo para os outros. Saber dizer e manter o «não» não é simpático para quem deseja seguidores. Ser muito mais do que um simples ser obediente é um exercício de coragem e determinação. A coragem de abdicar das regras que outros querem impor, a troco de uma prometida protecção.
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