A pergunta é a maior das soluções para quase tudo na vida. Para tomar decisões, fazer escolhas, traçar objectivos, resolver problemas, bloqueios, dilemas. Tudo começa com uma pergunta, depois outra e outra e outra... E logo as respostas surgem, abrindo possibilidades, caminhos e soluções.
PORQUÊ? As perguntas levam-nos às respostas, a olhar para dentro de nós, para os nossos recursos, para as possibilidades, para as soluções.
Se quer a resposta ou a resolução do assunto em mãos, procure fazer-se perguntas a si próprio ou alguém que as faça a si.
Sugestões, conselhos ou dicas só aprofundam o problema ou arranjam outros. Ouça, mas logo depois formule perguntas.
- O que quer alcançar, exactamente? (estado desejado)
- O que significa para si? (o que lhe traz, o que ganha com isso?)
- Como pode alcançar o que quer? (possibilidades)
- Como vai fazê-lo especificamente? (que passos? O quê? quantas etapas?)
- Onde, concretamente? (lugar, o sítio, a região?)
- Com quem? (sozinho/a? Acompanhado/a?)
- Quem vai ajudá-lo/a atingir o objectivo? (quem o/a apoia? O/a encoraja? O/a motiva?)
- Quando, exactamente? (data. O mês, semana, dia)
- Como vai certificar-se de que vai cumprir? (quão forte é o compromisso consigo próprio/a?)
- A quem vai dar feedback? (assume compromisso com alguém para se ajudar a si mesmo/a)
As soluções estão nas perguntas. São elas que, mais rápido ou mais lentamente, levam às respostas, à resolução.
domingo, 27 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Passos para viver melhor
O que fazer? Como fazer? Porque será que não estou a conseguir o que quero e o que gosto? Qual a causa? A resposta aqui é simples e curta: «VOCÊ»
Passos simples e transformadores para melhorar a qualidade de vida são possíveis desde que se permita experimentar. Dê uma oportunidade a si mesmo/a para o fazer. Relaxe e desfrute.
1 - Assuma a responsabilidade dos seus pensamentos, sentimentos, das suas acções e linguagem. A mudança depende disso. O que pensa e sente é produzido por si, não pelo que vê ou vivencia.
2 - Não confunda as suas convicções com a verdade das coisas, da vida, dos factos. Se mudar as suas convicções, a «verdade» será sempre outra. Mantenha isso em mente.
3 - Comece a observar em vez de interpretar. Observar é registar o que vê, sente e pensa. É apenas assumir-se como testemunha sem classificar seja o que for de bom ou mau, etc. Interpretar é entregar-se a juízos de valor e fazer associações e comparações.
4 - Pense e sinta o que quer e não o que não quer. Centre-se sobretudo no que pretende atingir e até onde pretende ir. Não se fixe referencialmente no que não quer.
5 - Torne-se consciente do seu inconsciente. Ou seja, repare no que diz, pensa e sente de forma automática. Assuma que as suas palavras não são os acontecimentos que descrevem, são sim a sua interpretação da realidade. O seu mapa mental não é o território da realidade. Duas, três ou mais pessoas podem ter vários mapas do mesmo acontecimento.
6 - Seja flexível de forma a obter o que quer e deseja. Mude o que tiver de ser mudado, de acordo com os seus princípios e valores. Não fique preso/a a uma só versão. Pelo contrário, construa uma melhor versão de si mesmo/a.
7 - Não lute contra seja o que for. Aja com, aceite e siga em frente. Se não aceitar a existência do que lhe é desconfortável ou irritante, é porque está focalizado/a no que não quer. E aí terá cada vez mais disso mesmo. Aceitar não é resignar-se, é sim, respeitar a existência do outro lado e seguir o seu próprio caminho, em termos físicos e emocionais. Não tente mudar o outro, não lute, não vá contra. Faça o que tem a fazer... por si e consigo.
EXPERIMENTE. VOCÊ SERÁ SEMPRE RESPONSÁVEL. SE NÃO QUISER, NÃO SE QUEIXE
Passos simples e transformadores para melhorar a qualidade de vida são possíveis desde que se permita experimentar. Dê uma oportunidade a si mesmo/a para o fazer. Relaxe e desfrute.
1 - Assuma a responsabilidade dos seus pensamentos, sentimentos, das suas acções e linguagem. A mudança depende disso. O que pensa e sente é produzido por si, não pelo que vê ou vivencia.
2 - Não confunda as suas convicções com a verdade das coisas, da vida, dos factos. Se mudar as suas convicções, a «verdade» será sempre outra. Mantenha isso em mente.
3 - Comece a observar em vez de interpretar. Observar é registar o que vê, sente e pensa. É apenas assumir-se como testemunha sem classificar seja o que for de bom ou mau, etc. Interpretar é entregar-se a juízos de valor e fazer associações e comparações.
4 - Pense e sinta o que quer e não o que não quer. Centre-se sobretudo no que pretende atingir e até onde pretende ir. Não se fixe referencialmente no que não quer.
5 - Torne-se consciente do seu inconsciente. Ou seja, repare no que diz, pensa e sente de forma automática. Assuma que as suas palavras não são os acontecimentos que descrevem, são sim a sua interpretação da realidade. O seu mapa mental não é o território da realidade. Duas, três ou mais pessoas podem ter vários mapas do mesmo acontecimento.
6 - Seja flexível de forma a obter o que quer e deseja. Mude o que tiver de ser mudado, de acordo com os seus princípios e valores. Não fique preso/a a uma só versão. Pelo contrário, construa uma melhor versão de si mesmo/a.
7 - Não lute contra seja o que for. Aja com, aceite e siga em frente. Se não aceitar a existência do que lhe é desconfortável ou irritante, é porque está focalizado/a no que não quer. E aí terá cada vez mais disso mesmo. Aceitar não é resignar-se, é sim, respeitar a existência do outro lado e seguir o seu próprio caminho, em termos físicos e emocionais. Não tente mudar o outro, não lute, não vá contra. Faça o que tem a fazer... por si e consigo.
EXPERIMENTE. VOCÊ SERÁ SEMPRE RESPONSÁVEL. SE NÃO QUISER, NÃO SE QUEIXE
sábado, 21 de setembro de 2013
Citações sobre a mudança
«Mude antes que tenha de o fazer» – Jack Welch
«As pessoas não resistem à mudança. Elas resistem a serem mudadas!» – Peter Senge
«A nossa única segurança é a nossa capacidade para mudar»
– John Lilly
«O mundo odeia a mudança, porém é a única forma de trazer progresso»
– Charles Kettering
«O grande perigo em tempos de turbulência não é a turbulência – é agir com a lógica do passado» – Peter Drucker
«A mudança tem uma má reputação na nossa sociedade. Mas nem toda é má. Na verdade, a mudança é necessária na vida – para nos manter em movimento… a crescer… interessados… Imagine a vida sem mudança. Seria estática, aborrecida. - Dennis O’Grady
«O sucesso na vida não está baseado na sua capacidade para mudar, mas sim na sua capacidade para mudar mais rápido que a sua competição, clientes e negócio»
– Mark Sanborn
«Abraçar a mudança é a melhor coisa que podemos fazer. Não é preciso inventá-la, ela sempre existiu, sempre esteve lá. Já existe. Só precisa de se manter consciente e navegar assertivamente nas suas águas» - Jorge Dias
«A mudança é dura porque as pessoas sobre-estimam o valor do que têm e subestimam o valor do que podem ganhar»
– James Belasco and Ralph Stayer
«Mude os seus pensamentos e mudará o seu mundo»
– Norman Vincent Peale
«Se você apenas fizer o que sempre fez, de certeza obterá sempre menos do que sempre teve» – Anónimo
«O que o trouxe até aqui não o levará além…» – Marschall Goldshmith
«As pessoas não resistem à mudança. Elas resistem a serem mudadas!» – Peter Senge
«A nossa única segurança é a nossa capacidade para mudar»
– John Lilly
«O mundo odeia a mudança, porém é a única forma de trazer progresso»
– Charles Kettering
«O grande perigo em tempos de turbulência não é a turbulência – é agir com a lógica do passado» – Peter Drucker
«A mudança tem uma má reputação na nossa sociedade. Mas nem toda é má. Na verdade, a mudança é necessária na vida – para nos manter em movimento… a crescer… interessados… Imagine a vida sem mudança. Seria estática, aborrecida. - Dennis O’Grady
«O sucesso na vida não está baseado na sua capacidade para mudar, mas sim na sua capacidade para mudar mais rápido que a sua competição, clientes e negócio»
– Mark Sanborn
«Abraçar a mudança é a melhor coisa que podemos fazer. Não é preciso inventá-la, ela sempre existiu, sempre esteve lá. Já existe. Só precisa de se manter consciente e navegar assertivamente nas suas águas» - Jorge Dias
«A mudança é dura porque as pessoas sobre-estimam o valor do que têm e subestimam o valor do que podem ganhar»
– James Belasco and Ralph Stayer
«Mude os seus pensamentos e mudará o seu mundo»
– Norman Vincent Peale
«Se você apenas fizer o que sempre fez, de certeza obterá sempre menos do que sempre teve» – Anónimo
«O que o trouxe até aqui não o levará além…» – Marschall Goldshmith
domingo, 21 de julho de 2013
Se não fez, não se lamente...
E de repente a vida
não lhe corre tão bem e lá estão as velhas razões de sempre: a economia, a
crise, os políticos, o governo, o país, o patrão, a empresa, o chefe, a mulher,
as contas, os filhos, o dinheiro...
Comece a não fazer o que está a fazer...
... Mas o que andou a fazer até agora? Ia à praia, jantar fora, passear,
petiscar com os amigos. Ah, comprou um bom carro, depois trocou por outro três
anos depois e voltou a fazer o mesmo mais tarde. Sempre melhores, mais
espaçosos e modernos. Sim, foi de férias, sempre, comprou um plasma, um tablet,
um iphone, trocou por outro e outro. E quantas horas de TV? Todos os dias? Telejornais, futebol,
concursos, debates e entrevistas, séries e filmes? Sim, quantas horas?
Perdeu-lhes a conta...
... E a fazer o que não está a fazer
E aquele curso? Pois, não tinha tempo. E aquela formação que lhe
aconselharam? Ah, não dava jeito. E o que procurou para aprender? Ah, sim, não deu
por isso. Que livros leu durante estes anos? Quase nada, mais uma vez o
tempo... Investiu na aprendizagem de uma língua estrangeira? Não? Ah, sim, para quê?... Também o
tempo era pouco, certo? E uns workshops que os amigos o convidaram? Ah, pois,
aquilo é tudo treta... E uns seminários ou palestras que viu no jornal? Ah,
sim, sim, não tem pachorra.
Portanto, não investiu nada em si, certo? Como? Era a empresa que devia ter pago? E então o que gastou nos bens de consumo? A empresa não tem nada a ver com isso? Pois é... Não se lamente.
Acorde e invista em si, na sua formação, nas suas competências, no conhecimento. Alargue a sua zona de conforto, aprenda, conheça, saiba. Em vez de andar entretido em coisas que não lhe acrescentam nada, faça algo por si... Não se queixe!
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Hemisfério direito ou esquerdo?... Faça o teste
Leia cada uma das seguintes afirmações e decida, tendo em conta se se aplica a si ou não, se é verdadeira (V) ou falsa (F). Não pense muito, seja sincero/a:
1 ‐ Creio sinceramente que uso a minha intuição quando tomo decisões
2 – Analiso os problemas profundamente antes de decidir o plano de acção
3 – Para apresentar o meu ponto de vista, uso activamente as minhas
mãos e o resto do meu corpo
4 – Eu confio mais em factos do que em feelings para tomar decisões
5 – Gosto de apresentar as minhas ideias ilustrando‐as sob
a forma de imagens
6 – Costumam considerar‐me um tanto ou quanto sonhador
7 – Sempre fui muito bom com os números
8 – Gosto de organizar a minha vida com detalhe considerável para evitar surpresas desagradáveis
9 – Frequentemente, durante a noite tenho sonhos que parecem reais e tenho tendência a sonhar também acordado
10 – A matemática e a ciência têm sido sempre os meus pontos fortes
11 – Já me têm dito que tenho uma postura física sóbria controlada
12 – Gosto mesmo de ler ficção e poesia
13 – Sou muito bom a expressar as minhas ideias e palavras
14 – Gosto de fazer as coisas por impulso, em vez de planear detalhadamente
Se marcou verdadeiras as afirmações 1, 3, 5, 6, 9, 12 e 14, tem a sua forma de pensar dominada pelo hemisfério direito do cérebro. Se respondeu verdadeiras às afirmações 2, 4, 7, 8, 10, 11 e 13, é o hemisfério esquerdo que domina a sua forma de pensar. Se as escolhas se equilibram entre si é porque a sua forma de pensar não é dominada especialmente por qualquer um dos hemisférios.
Depois consulte a imagem e saiba se tende mais para ser analítico, estratégico, lógico e pela razão, pelas regras; ou se é mais intuitivo, criativo ou emocional.
1 ‐ Creio sinceramente que uso a minha intuição quando tomo decisões
2 – Analiso os problemas profundamente antes de decidir o plano de acção
3 – Para apresentar o meu ponto de vista, uso activamente as minhas
mãos e o resto do meu corpo
4 – Eu confio mais em factos do que em feelings para tomar decisões
5 – Gosto de apresentar as minhas ideias ilustrando‐as sob
a forma de imagens
6 – Costumam considerar‐me um tanto ou quanto sonhador
7 – Sempre fui muito bom com os números
8 – Gosto de organizar a minha vida com detalhe considerável para evitar surpresas desagradáveis
9 – Frequentemente, durante a noite tenho sonhos que parecem reais e tenho tendência a sonhar também acordado
10 – A matemática e a ciência têm sido sempre os meus pontos fortes
11 – Já me têm dito que tenho uma postura física sóbria controlada
12 – Gosto mesmo de ler ficção e poesia
13 – Sou muito bom a expressar as minhas ideias e palavras
14 – Gosto de fazer as coisas por impulso, em vez de planear detalhadamente
Se marcou verdadeiras as afirmações 1, 3, 5, 6, 9, 12 e 14, tem a sua forma de pensar dominada pelo hemisfério direito do cérebro. Se respondeu verdadeiras às afirmações 2, 4, 7, 8, 10, 11 e 13, é o hemisfério esquerdo que domina a sua forma de pensar. Se as escolhas se equilibram entre si é porque a sua forma de pensar não é dominada especialmente por qualquer um dos hemisférios.
Depois consulte a imagem e saiba se tende mais para ser analítico, estratégico, lógico e pela razão, pelas regras; ou se é mais intuitivo, criativo ou emocional.
sábado, 29 de junho de 2013
Como dar feedback ou fazer uma avaliação
É das coisas que mais ansiedade traz. Como
dizer ao outro aquilo que supostamente não gostará de ouvir? Como fazer para
que a relação não fique destruída? Eis oito factores importantes:
1 – Falar com a/as pessoa/as quando se sentir
calmo/a, sem stress
2 – Dar o feedback quanto às acções, não
quanto à personalidade
3 – Descrever o comportamento ou acção
específicos e dar exemplos
4 – Explicar qual o efeito desse comportamento
ou acção na situação/equipa/pessoas
5 – Pedir um comentário à pessoa/as ou equipa
6 – Oferecer sugestões específicas para
melhoramento
7 – Dar exemplos concretos sobre o que a
pessoa/as ou equipa faz especialmente bem
8 – Concluir encorajando a pessoa/as ou equipa
9 - Não utilizar o «mas» e sim o «e». Faça-o e verá os efeitos
Tome nota destes factores e adapte-os ao seu relatório de avaliação. Antes de falar com o colaborador, com a pessoa em questão, trabalhe a forma de dizer...
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Oito razões por que se evita dar feedback
A maioria das pessoas acha difícil corrigir os
filhos, amigos, familiares. E muitos managers e líderes têm dificuldade em dar
feedback aos seus colaboradores. E porquê? Porque achamos sempre a crítica como
uma experiência negativa. Assim, hesitamos em dizer o que pensamos por estas oito razões:
- Nunca dizemos à outra pessoa o que esperamos
dela...
- Assumimos que a outra pessoa entendeu...
- Culpamo-nos quando a outra pessoa não
entendeu...
- Temos esperança que a situação se resolva
por ela própria...
- Esperamos que a equipa ou as pessoas
entendam por elas próprias o que
queremos...
- Temos medo de afastar ou desagradar as
pessoas...
- Sentimo-nos culpados por criticar os
outros...
O feedback deve afinal ser uma experiência positiva.
Uma oportunidade para reconhecer o que se está a fazer bem e o que se pode
melhorar. Daí poder ser um excelente factor de alívio do stress e de melhoramento da interacção, do respeito e da confiança.
Não perca o próximo post para saber como dar feedback e fazer uma avaliação assertiva
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