terça-feira, 27 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
A vida é como uma bicicleta...
Tem de estar sempre em movimento para manter o equilíbrio
Se ficar imóvel, apenas a tentar manter o equilíbrio...
1 - Não pode desviar-se nem direccionar-se
2 - Será um alvo fácil
3 - O equilíbrio será tenso, pois estará sempre a controlar a gravidade
4 - Não olhará em frente
5 - Terá medo que o/a derrubem
6 - Não sprinta, acelera ou sequer abranda
7 - Será especialista do ficar no mesmo sítio... em equilíbrio
8 - Não aprenderá a conduzir
9 - Não fará exercício
10 - Verá sempre a mesma paisagem
11 - Não terá subidas nem descidas, nem obstáculos
A frase inicial é de Albert Einstein e o significado é tão forte e profundo quanto a simplicidade e clareza da frase. Movimento é vida. A certeza é sempre incerta, porque assenta em crenças e convicções.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Factor Reconhecimento
| Reconhecer os dois pólos das emoções |
Estou a ter uma emoção negativa. Primeiro a carta do
tribunal, depois uma pessoa que faltou ao seu compromisso comigo. Esta emoção
está a subir de intensidade. Sinto-me inconformado, angustiado, ansioso. Se não
fosse esta carta e a atitude daquela pessoa... Eu estaria bem. Bom, vamos lá
ver: a emoção que estou a ter está dentro de mim. A emoção é minha. Acontece
neste momento e quanto mais sinto o que penso sobre o que aconteceu, mais a
emoção sobe. Bom, espera lá. Em vez de continuar a analisar os acontecimentos,
se eu analisar por agora a emoção que estou a ter? Se eu a reconhecer? Hum...
Uma das coisas mais poderosas que descobri foi o Factor Reconhecimento.
É extraordinário o que acontece quando reconheço o que estou a sentir. Até a
palavra «reconhecer» é interessante. Porque eu conheço o que sinto, mas quando
reconheço concentro-me mais nas emoções e sensações e reparo na sua origem,
intensidade, tamanho, duração e efeito.
A descoberta foi feita quando me dediquei ao coaching. E assim rendi-me
logo ao Factor Reconhecimento porque passei efectivamente a pensar no que
sentia em vez de apenas sentir o que pensava. A diferença é que comecei a
reconhecer a propriedade das minhas emoções. Elas são minhas, sou eu que as
sinto, sou eu que as produzo, as intensifico, as modifico, lido com elas.
Quando as emoções eram boas, tudo corria bem, mas quando
elas se viravam vinha a tempestade. O que é que eu fazia? Achava sempre que a origem
da emoção negativa se devia a algo ou alguém. É normal, certo? É humano, verdade?
Claro. Mas eu descobri a outra parte da verdade que me faltava: Se eu
reconhecesse as emoções e me colocasse na posição da testemunha, assistindo,
verificando o padrão completo, elas diminuíam de intensidade ou desapareciam.
E o que é que eu ganhei com isso? Bom, ganhei tanto que se
tornou um hábito. Um hábito de bem-estar. Viver com mais qualidade de vida,
mais satisfeito e mais comigo próprio. Afinal, se as minhas emoções dependiam
dos outros, quem era eu? Pois, dependente. Assim, deixo uma sugestão para começar: De cada vez que sentir uma emoção desconfortável, debruce-se sobre ela e verifique o seguinte:
1 - A sua origem,
2 - Onde a sente,
3 - Que tamanho tem,
4 - Que cor,
5 - Que intensidade,
6 - Que temperatura,
7 - Tem ritmo ou é constante?
Testemunhe, observe, calmamente. Se o fizer mais demoradamente, vai sentir também o resultado. E vai gostar...
domingo, 20 de abril de 2014
O Valor dos Valores
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| Brevemente disponível em www.jdias.org e livrarias. Livro + cartas |
Chega brevemente ao mercado uma ferramenta útil, para indivíduos e profissionais do coaching. As cartas para «Investigação de Valores», divididas em quatro naipes, num total de 52 cartas.
O que são valores? São a essência da nossa identidade. Aquilo que
nos guia, o que nos move, nos motiva, nos atrai
ou nos afasta e nos faz sentir desajustados ou integrados. O que determina
a forma como pensamos, as escolhas que fazemos. O que nos satisfaz, o que nos
irrita, entristece.
Tudo o que
fazemos, dizemos e pensamos está assente em valores. Estar em acordo ou em
desacordo tem a ver com valores que estão por detrás. Somos os valores que
adoptamos. São a base
da nossa existência e regulam tudo o que fazemos, escolhemos e decidimos.
1 -
Apresentam-se em forma de nominalismos
2 - Formam
a base das nossas decisões
3 - Estão
assentes nas nossas crenças
4 -
Originam o nosso comportamento
5 -
Determinam do que nos aproximamos ou fugimos
6 - Regulam
julgamentos, juízos de valor e as avaliações
7 - São
responsáveis pela forma como nos sentimos
8 - São os
alicerces da nossa motivação para fazer algo
9 - Funcionam
ao nível do inconsciente
10 -
Definem o que é absolutamente verdadeiro para nós
11 - Mudam
ao longo da vida e das nossas experiências
12 - São os
causadores pelas variações emocionais
Porquê investigar valores?
1 - Evitar
sentimentos de culpa, de vergonha ou de desajuste
2 - Tomar
melhores decisões
3 - Manter
a auto-estima positiva
4 - Aumentar
os níveis de confiança
5 - Sentir
mais independência
6 - Criar mais
segurança
7 - Aceitar
que os outros têm os seus valores...
8 -
Tornar-nos mais centrados
9 - Mais
conscientes do que nos rodeia
Uma ferramenta que facilitará o trabalho do coach e ao mesmo tempo acessível a não profissionais.
sábado, 12 de abril de 2014
Mudar a Situação
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| Já disponível |
Uma sessão de coaching
completa, as perguntas, exercícios, meditações, metáforas transformadoras, o domínio
do diálogo interno... E a solução para MUDAR A SITUAÇÃO
Mudar a situação está na moda, é um anseio de todos encontrar um mestre que mude a situação para que tudo se componha convenientemente.
Diana queria mudar a situação. Pediu sugestões, insistiu, mas a conversa com o mestre revelou o caminho para viver com mais qualidade de vida. Mudando a sua situação. Com perguntas, testes e exercícios, Diana descobriu uma nova realidade. Afinal, os problemas que afirmava ter eram sua propriedade. E por isso mesmo as soluções estavam ao seu alcance.
O livro transcreve na íntegra uma sessão de coaching, do rapport ao feedback, as perguntas e alguns exercícios que também são dedicados ao leitor. Clarifica a diferença entre coaching e consultoria, ilustrada pelo diálogo entre Diana e o mestre, que se divide em duas partes distintas.
De início, Diana questiona o mestre como se este fosse um consultor, por fim, compreende que sugestões e opiniões alheias são isso mesmo, alheias. A sessão de coaching abre as portas de um novo mundo a Diana: Mudar a situação, a sua, com objectivos específicos, vencendo o diálogo interno que sabotava a sua iniciativa. A partir dali, tudo seria diferente...
O livro dá-lhe a estrutura do coaching em detalhe para estimular a mudança. Conceber, Crer e Concretizar constituem os 3C desta metodologia. Da situação actual à situação desejada. Uma viagem pela descoberta de rumos e significados de vida. Um processo de atracção do sucesso.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
O pensamento positivo...
Bom ano 2014
com pensamentos,
atitudes e comportamentos positivos
A moda do pensamento positivo
implantou-se no mundo do desenvolvimento pessoal, da auto-ajuda e das terapias.
Pensar positivo é algo de grande valor, a base para uma mudança, para um estado
de confiança, bem-estar e de realização. Só que o pensamento positivo actua
apenas como uma alavanca. Pensamento positivo sem acção é apenas palavreado.
Interessante, mas só isso. Há dois tipos de pessoas, as que falam do pensamento
positivo e esperam que algo aconteça para justificar o seu pensamento positivo.
E há as que utilizam o pensamento positivo para terem uma atitude e um
comportamento positivo. E são esses dois factores que moldam a nossa vida.
- As pessoas que têm pensamento
positivo apenas têm pensamento positivo e esperam que isso faça a diferença. Se
acontece alguma coisa menos boa isso é azar e continuam a ter apenas a ter
pensamento positivo, tal qual uma resignação seguida de uma espera: «há-de
acontecer alguma coisa»; «Tudo se vai compor»; «Não há-de ser nada»; «Melhores
dias virão»; «Isto vai mudar para melhor».
- As pessoas que têm também uma atitude e comportamento positivos, essas usufruem, moldam a sua realidade, constroem a sua vida. Se algo menos bom acontece assumem a responsabilidade e continuam... alterando a sua atitude e o seu comportamento. E fazem-se perguntas engendrando novas formas de fazer as coisas: «O que vou fazer?»; «O que posso fazer para mudar a situação a meu favor?»; «O que quero efectivamente?»; «O que é necessário acontecer para atingir o objectivo?».
Tenha um bom ano, com pensamentos,
atitudes e comportamentos positivos
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
A zona-de-conforto
O pronto-a-dizer contagiou o conceito da
zona-de-conforto. Facilmente se fala dela e fica quase sempre a faltar o
conteúdo. E este conteúdo diz o seguinte:
Desde que nascemos devemos alargar a nossa
zona-de-conforto. De início ela é-nos garantida por terceiros, pelos pais ou
pelos educadores. Mas assim que ganhamos alguma autonomia o nosso desígnio é
alargar essa zona o mais possível. Sempre que tivermos oportunidade.
Alargar a zona-de-conforto implica estarmos sempre a abdicar de uma parte dela
para conquistarmos uma nova fatia. E assim, fatia a fatia, a nossa
zona-de-conforto vai crescendo. E com ela vamos sentindo mais conforto em mais
situações. O que representa que vamos crescendo em competências, técnicas,
emocionais, espirituais. Alargamos também o leque de possibilidades e assim nos
tornamos mais flexíveis, mais preparados para uma maior variedade de situações.
Portanto, não acredite naquilo que dizem os
reprodutores de clichés. Não saia da sua zona-de-conforto (a menos que não
tenha alternativa). Abdique, sim, de uma fatia para conquistar uma nova fatia
de conforto. Se sair completamente dessa zona ficará perdido/a e sem
referências. Quanto mais alargar essa zona, mais segurança e confiança vai
sentir em mais situações de vida, em mais lugares, com diferentes pessoas em
diferentes contextos.
Não saia da sua zona-de-conforto.
Alargue-a, abdicando apenas de uma parte dela.
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