O cenário: máquinas de tortura, de sofrimento, de esvaziamento emocional, de assédio. O que é? É o retrato cruel de muitas empresas actualmente que conduzem os seus colaboradores a uma vida vegetativa carregada de preocupações.
PRIMEIRA, Criar um sentido de propósito, uma visão de futuro. A SEGUNDA, um senso de autodeterminação, que dá aos colaboradores o sentimento de que controlam a sua vida. A TERCEIRA proporcionar um sentimento de impacto, que acontece quando as pessoas sentem que o seu trabalho, aquilo que fazem, é importante para a empresa. E QUARTA, um sentido de competência, que se liga às possibilidades de formação, de crescimento e aprendizagem dadas às pessoas.
O investigador holandês Manfred Kets de Vries criou ele próprio soluções de gestão para resolver este desencontro empresas/pessoas.
E deu-lhe o nome de Organizações Autentizóticas.
Este estranho termo vem do grego: authenteekos e zoteekos.
O primeiro termo liga-se à autenticidade da empresa, que, num sentido mais alargado, é merecedora de confiança. A autenticidade implica a conexão empresa-pessoas na sua visão, missão, cultura e estrutura. As lideranças comunicam claramente e convincentemente não só o como mas também o porquê. É nestas organizações onde se encontram pessoas vivas e motivadas.
O segundo termo, zoteekos, significa «vital para a vida» e conecta-se com a eficácia, a competência, a autonomia, a iniciativa, a criatividade, a capacidade empreendedora e a diligência.
Há que criar um quadro de conduta, de princípios, de liderança, muito centrado nas pessoas, na sua valorização dentro da organização. Depois é colher os frutos, porque os lucros e a produtividade será a consequência... tão bem-vinda.
Organizações Autentizóticas, o caminho do futuro está aberto. Sigamo-lo...
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